DESTAQUES

Webinar Ensino em língua inglesa como estratégia de internacionalização da pós-graduação

Dia 10/12, às 11h

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Encontro Anual das Coordenações dos Programas de Pós-Graduação da Unifesp

O evento ocorre dia 03/12, a partir das 8h00.

Econtro Coordenadores Pós 03.12

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Ciclo de Webnários Paulo Freire

Ciclo de Webnários Paulo Freire: UTOPIAS PARA FAZER INÉDITOS VIÁVEIS NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE Webinário_CURRÍCULO E FORMAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE COM PAULO FREIRE

Data: 25/08/2021

Link de acesso e informações sobre os Ciclos: clique aqui.
Inscrições: clique aqui.

Aviso sobre o Censo da Pós-Graduação

Prezada(o) Pós-Graduanda(o)

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPGPq) juntamente com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), e com apoio da Associação de Pós-Graduandos (APG), somaram esforços para conhecer o perfil de nosso corpo discente. Pensando nisso, elaboramos um Censo que coletará dados sobre seu perfil pessoal, histórico escolar, informações sócio-econômicas, de mobilidade e de saúde. Faz-se fundamental ter informações precisas para que nossas pró-reitorias possam trabalhar conjuntamente em políticas para acesso e permanência de nossa comunidade discente.

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Nota de agradecimento à Profª. Heloísa Candia Hollnagel

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Carta de Agradecimento do Conselho de Pós-Graduação e Pesquisa/CPGPq à Profª. Drª.Denise de Freitas

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Membros da comunidade UNIFESP tomam posse no Condephaat

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I Workshop de Integração, Pesquisa & Inovação

Dias 4/8, das 9h às 13h, e 5/8, das 14h30 às 18h30; inscrições abertas até 2/8

I Workshop Integração Pesquisa Inovação UNIFESP portal

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COMUNICADOS

Regimento Interno da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa

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5 ◦ COMUNICADO DA PROPGPQ E DA COMISSÃO DE RETORNO DAS ATIVIDADES PRESENCIAIS DE PESQUISA DA UNIFESP

Vimos, neste momento da pandemia da COVID-19, reafirmar de forma enfática que o 4◦ Comunicado emitido pela ProPGPq e pela Comissão de Retorno das Atividades Presenciais de Pesquisa da UNIFESP continua válido e em vigor, devendo nortear a execução das atividades presenciais de pesquisa de nossa Instituição.

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4 ◦ COMUNICADO DA PROPGPQ E DA COMISSÃO DE RETORNO DAS ATIVIDADES PRESENCIAIS DE PESQUISA DA UNIFESP

Considerando os levantamentos, análises, treinamentos, diretrizes e orientações estabelecidas pela Comissão de Retorno as Atividades Presenciais de Pesquisa da Unifesp (grupo de trabalho delegado pela Portaria da ProPGPq 1533/2020) organizada especificamente para estudar e recomendar protocolos seguros para as atividades presenciais nos laboratórios de pesquisa,

Considerando as especificidades e a complexidade das atividades de pesquisa desenvolvidas nos diversos laboratórios da UNIFESP,

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COMUNICADOS de Parceiros e Agências de Fomento

PETROBRAS E NOVO QUESTIONÁRIO DE DUES DILIGÊNCIAS DE INTEGRIDADE

A partir do dia 30/08/2021, o critério de integridade passará a contar com um novo questionário de Due Diligence de Integridade.

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Estudo apoiado pela FAPESP investiga possível atividade inibidora dos estrogênios na evolução da COVID-19

Estudo aponta que hormônios femininos podem ter papel protetor contra coronavírus.

 

Não há um claro predomínio de homens ou mulheres nos indivíduos diagnosticados globalmente com COVID-19. No entanto, a maioria dos que são hospitalizados ou vão a óbito, ou seja, que desenvolvem a doença de forma mais grave, é constituída por homens. Segundo a organização Global Health 50/50, mantida pelo University College London (Reino Unido), “na maioria dos países, os dados disponíveis indicam que os homens têm 50% mais chances de morrer após o diagnóstico do que as mulheres”.

Tal afirmação é corroborada por estatísticas atualizadas da cidade de Nova York (Estados Unidos). E por estudo realizado na China, de acordo com o qual: “o sexo masculino é um fator de risco para pior resultado em pacientes com COVID-19, independentemente de idade e suscetibilidade”.

Com base nessa constatação epidemiológica, bem como em dados da literatura, uma grande equipe multidisciplinar de pesquisadores do Estado de São Paulo está investigando o papel dos estrogênios, os hormônios femininos, na proteção fisiológica contra o coronavírus.

O projeto “Avaliação de compostos com potencial terapêutico para SARS-CoV-2: enfoque em compostos com atividade estrogênica, moduladores da autofagia e ECA2”, coordenado por Rodrigo Portes Ureshino, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tem o apoio da FAPESP no âmbito do edital Suplementos de Rápida Implementação contra COVID-19.

“Estudos anteriores, realizados com o coronavírus SARS-CoV [causador da síndrome respiratória aguda grave], apontaram diferenças de gênero na infecção e progressão da doença, com maior suscetibilidade de indivíduos do sexo masculino, e indicaram que os estrogênios podiam estar associados à maior proteção fisiológica das mulheres. Queremos testar se o mesmo ocorre com o SARS-CoV-2, o novo coronavírus, para chegar a compostos com potencial terapêutico”, diz Ureshino à Agência FAPESP.

A equipe já ultrapassou a etapa de revisão da literatura e entrou na fase experimental propriamente dita. “Infectamos linhagens de células com cepas selvagens de coronavírus e vamos testar nesse modelo mais de 40 compostos com atividade estrogênica para observar os resultados”, conta o pesquisador.

Os procedimentos com o SARS-CoV-2 são realizados em um laboratório de nível de biossegurança 3 (NB3) da Unifesp, coordenado pelo professor Mário Janini, colaborador do projeto.

Entre os compostos a serem testados, Ureshino destaca o 17β-estradiol (o estrógeno mais abundante no organismo), o tamoxifeno (um modulador seletivo dos receptores estrogênicos) e a agenisteína (um fitoestrógeno). Todos os três já foram utilizados com êxito em modelos de outras doenças virais.

Além do foco estritamente terapêutico, com o teste de compostos com potencial para o tratamento da COVID-19, o projeto também tem um enfoque molecular. Neste caso, o objetivo é investigar a expressão do receptor ACE-2 (enzima conversora de angiotensina 2, na sigla em inglês), que possibilita a entrada do vírus nas células. “Sabemos que os pacientes hipertensos, grupo de risco para a COVID-19, apresentam uma maior expressão de ACE-2 e isso favorece a entrada do vírus nas células. Por isso, estamos estudando a superexpressão desse receptor em diferentes tipos celulares”, afirma o pesquisador.

Nesse eixo, um artigo em fase de pré-print foi produzido pelo grupo, tendo como primeira autora a doutora Roberta Sessa Stilhano, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP): "SARS-CoV-2 and the Possible Connection to ERs, ACE2 and RAGE: Focus onSusceptibility Factors".

O trabalho contou com a colaboração da professora Carla Máximo Prado, da Unifesp, que estuda o processo inflamatório pulmonar, além de pesquisadores de instituições internacionais, como a University of California – Davis (Estados Unidos) e a University of Cambridge (Reino Unido).

“Esse artigo buscou correlacionar três fatores: ACE-2, receptores de estrogênios e inflamação. Por isso, além das vias moleculares da ACE-2 e dos estrogênios, também detalhamos as vias do RAGE [receptor para produtos finais de glicação avançada], que está relacionado com inflamação. Acreditamos que o estudo dessas vias abra perspectivas terapêuticas para o tratamento da COVID-19”, diz Stilhano.

Além da equipe da Unifesp, o projeto conta com a colaboração dos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) Ana Cristina Breithaupt-Faloppa e Luiz Felipe Pinho Moreira.

 

Fonte: José Tadeu Arantes | Agência FAPESP