Vida e Cultura

Resumo: O contato com o homem branco levou muitas doenças para as aldeias. A alimentação industrializada também teve impactos negativos, causando obesidade, hipertensão, diabetes e alcoolismo. As oficinas de nutrição realizadas pelo Projeto Xingu valorizam a culinária tradicional e ajudam a melhorar a saúde indígena.





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    Resumo: A incidência das doenças infectocontagiosas entre os índios é muito preocupante; chega a ser de duas a três vezes maior entre os índios. Pensando nisso, a Unifesp oferece cursos na área de saúde indígena desde 2007.


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    Resumo: Ao longo dos 50 anos de atuação do Projeto Xingu, a Escola Paulista de Medicina criou um acervo histórico de valor incalculável. Além dos utensílios e artesanatos, o projeto possui mais de 10 mil prontuários médicos arquivados, o que possibilitou encontrar padrões de saúde de diversas tribos brasileiras.


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    Resumo: As péssimas condições sanitárias nas aldeias mataram 20% dos índios do Alto Xingu. Esse foi o principal desafio do Projeto Xingu, implantado na região há 50 anos. Depois do projeto, os índices de mortalidade caíram, a população local e a expectativa de vida aumentaram.


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    Resumo: O perfil epidemiológico dos índios muda muito rapidamente e o Projeto Xingu se aperfeiçoa dia após dia. Apesar de dificuldades com o idioma e até mesmo o preconceito, a Unifesp pensa em criar cursos voltados para a saúde mental indígena. Atualmente a instituição oferece diversos cursos presenciais e EaD.


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    Resumo: O Projeto Xingu leva saúde aos índios sem interferir na sua cultura, usa a ciência, mas respeita a pajelança, as plantas medicinais e a culinária local. Entretanto, a tradição não encontra a cura, e a assistência médica do projeto pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte dos índios.

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