Apresentação extra no dia 12 de abril

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Evento teve duração de quatro dias e reuniu diversos docentes e pesquisadores da área

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Evento realizado na EFLCH/Unifesp está com inscrições abertas até 30/9

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Segunda, 11 Novembro 2013 16:21

EPE

Escola Paulista de Enfermagem

Ana Cristina Cocolo

O programa de pós-graduação da Escola Paulista de Enfermagem (EPE), unidade universitária do Campus São Paulo da Unifesp, ganhou força na década de 70, época em que houve maior investimento no aperfeiçoamento e especialização (lato sensu) na área de Enfermagem no Brasil, principalmente para qualificar docentes da graduação e preparar os futuros candidatos aos cursos de mestrado. “Diferentemente da medicina, a enfermagem, como categoria, demorou muito para se titular no país”, explica Isabel Cristina Kowal Olm Cunha, professora associada livre docente e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. “Hoje, somos o segundo maior programa de pós-graduação da Unifesp em números de alunos”.

EntreTeses 01 p37 EPE Unifesp

Atualmente, o programa de pós-graduação em Enfermagem possui conceito 5 (muito bom) da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Em 1972 os cursos de especialização oferecidos na EPE eram focados nas áreas de enfermagem pediátrica e puericultura; clínica e cirúrgica; saúde Pública; saúde mental e psiquiátrica; e do trabalho. Entretanto, foi em 1978 que o reconhecimento científico da Escola aflorou com a criação do mestrado em Enfermagem Pediátrica e, dois anos depois, em Enfermagem Obstétrica. Em 1989, o programa abrangeu também a Saúde do Adulto. “Entre os mestrados, instituiu-se, em 1986, o doutorado em Enfermagem Materna e Infantil, sendo reformulado oito anos depois de sua criação para formar doutores em Enfermagem, prontos a atender as mais diversas ramificações desta área”, afirma Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira, coordenadora da Câmara de Pesquisa e Pós-graduação da EPE. “Os programas fragmentados em ambos os níveis, transformaram-se em apenas um de mestrado e outro de doutorado”.

De acordo com a coordenadora, esta tendência de juntar as áreas levou a EPE a formar um dos primeiros programas multidisciplinares. “A enfermagem não tem como foco a cura da doença, mas sim o cuidado ao ser humano, o alívio do sofrimento e a promoção da saúde”, afirma. “Isso transcende qualquer etapa do ciclo vital já que o cuidado se destina ao ser humano, que é único e integral”.

A EPE tem como missão em seu programa de pós-graduação ser um centro de excelência na formação não apenas de pesquisadores, mas de profissionais altamente capacitados para promover o avanço da ciência da enfermagem e da saúde, com abordagem multidimensional. O objetivo, segundo Mavilde, é integrar os conhecimentos no ensino, na prática e na pesquisa em enfermagem e saúde, utilizando diferentes perspectivas filosófico-teóricas e metodologias que culminem em melhorias no cuidado e na saúde da população. “Para entender o cuidado de uma forma global, não basta o olhar da biologia. É preciso abranger as ciências humanas e sociais”.

EPE
Programas 1
Cursos de Mestrado Acadêmico 1
Curos de Doutorado 1
Total de Alunos 173
Alunos de Mestrado Acadêmico 87
Alunos de Doutorado 86
Total de Docentes - orientadores credenciados 41
Dados de julho 2013
Produção Científica (2012)
Apresentação de trabalhos em Congressos e Simpósios 34
Artigos publicados em Jornais ou Revistas Científicas 5
Artigos publicados em Periódicos Indexados (ISI) 92
Cursos de curta duração – Extensão 18
Organização de Eventos (congressos, simpósios, outros) 27
Trabalho em Anais – Resumo 57
Trabalho em Anais – Trabalho Completo 23

Perfil dos alunos

Em 2002, uma pesquisa realizada na Escola, sobre a inserção profissional de egressos do programa da EPE, mostrou que entre os que se formaram mestres, 48% atuavam em instituições de ensino superior e, 46%, em instituições de saúde. Entre os doutores, 90,5% atuavam em instituições de ensino superior e 9,5%, em hospitais. “Hoje continuamos a ter mais enfermeiros da prática procurando realizar pós-graduação no nível mestrado, do que propriamente docentes”, afirma Isabel Cunha , coordenadora do programa. “Além dos enfermeiros, é extremamente comum profissionais de outras áreas em nosso programa, como farmacêuticos, fisioterapêutas, médicos, sociólogos e até mesmo administradores que, de alguma forma, fazem interface com o cuidado ou com a promoção da saúde.”

Produção científica

No ano de 2012, o programa de pós-graduação da EPE apresentou 34 trabalhos em congressos e simpósios nacionais e internacionais, publicou cinco artigos em jornais e revistas científicas de renome, 92 artigos em periódicos indexados (ISI). Em anais foram 57 resumos e 23 trabalhos completos divulgados. Na parte de extensão, ministrou 18 cursos. 

“A enfermagem brasileira é a sétima no mundo em publicação de artigos científicos e a pós-graduação é, sem sombra de dúvida, a mola propulsora dessa produção”, afirma Mavilde. “Temos uma produção científica forte, com nota 5 da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal der Nível Superior), o que a classifica como muito boa”.

Para a coordenadora, estudos de inovação e intervenção estão buscando cada vez mais a interlocução com outras áreas do conhecimento para as respostas do dia-a-dia e o desenvolvimento de políticas, programas, produtos e patentes que atendam, cada vez mais, às necessidades da população. 

Visando a divulgação e interação dos avanços na área, a EPE publica bimestralmente, desde 1988, a revista Acta Paulista de Enfermagem. Nela, são encontrados resultados de pesquisas inéditas nacionais e internacionais que contribuem para o avanço da ciência e da prática de enfermagem, além de contribuir para o ensino, pesquisa e extensão em saúde.

Pioneirismo

Fundada em 1939, a Escola de Enfermeiras do Hospital São Paulo foi uma das primeiras instituições de ensino de enfermagem instaladas na cidade de São Paulo. Entretanto, os cursos ministrados de Enfermagem e Enfermagem Obstétrica só foram reconhecidos como de nível superior em 1962. Seis anos depois, a Escola de Enfermeiros passou a se chamar Escola Paulista de Enfermagem (EPE).

EntreTeses 01 p38 EPE pioneirismo

Em 1977, a EPE foi federalizada e incorporada à Escola Paulista de Medicina (EPM) como Departamento de Enfermagem e, em 1994, acompanhou a transformação da EPM em Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Com a expansão da Unifesp para outras áreas do conhecimento, iniciado em 2005, o departamento voltou a ser Escola Paulista de Enfermagem em 2011, transformando-se em uma unidade universitária do Campus São Paulo da Unifesp – que também abriga a EPM – na Vila Clementino, zona sul da cidade. A atuação tanto dos alunos de graduação quanto de pós-graduação sempre ocorreu no Hospital São Paulo, hospital universitário da Unifesp.

Atualmente a EPE possui 335 alunos de graduação em seu curso de bacharelado em Enfermagem, em regime integral e quatro anos de duração. São 88 vagas anuais no vestibular e a entrada ocorre por meio do sistema misto – que utiliza o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) e prova complementar – e por cotas.

Publicado em Edição 01
Segunda, 11 Novembro 2013 15:33

Campus São Paulo

Escola Paulista de Medicina (EPM) e Escola Paulista de Enfermagem (EPE)

Ana Cristina Cocolo

Sendo o mais antigo, originário da Escola Paulista de Medicina (EPM) e da Escola Paulista de Enfermagem (EPE), o Campus São Paulo ainda concentra a maior produção científica da Unifesp.

EntreTeses 01 p31 Unifesp SaoPaulo

Em 2012, foram apresentados mais de 700 trabalhos em congressos e simpósios e 53 artigos publicados em jornais e revistas científicas. Em periódicos indexados (ISI) somam-se mais de 3 mil publicações. No período de 1996 a 2013, o campus depositou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) 53 pedidos de patentes, 19 marcas e 8 softwares.

Criado em 1994 – quando a EPM deixou de ser uma escola federal (tendo a EPE como Departamento de Enfermagem) e passou a ser universidade –, o Campus São Paulo possui atualmente 35 programas de pós-graduação, em nível mestrado e doutorado, com 2.588 alunos e 750 docentes credenciados como orientadores. Doze destes programas possuem conceitos 6 e 7 atribuídos pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão do Ministério da Educação (MEC) que visa a melhoria da pós-graduação brasileira, por meio de avaliações trienais e promoção da cooperação científica internacional. A maioria dos demais programas do campus se enquadram nos conceitos 4 e 5. A Capes classifica os conceitos superiores a 5 como de elevado padrão de excelência, sendo 7 a nota máxima.

Visando a melhoria da infraestrutura para alavancar ainda mais as pesquisas, o Conselho do Campus São Paulo criou a Comissão de Infraestrura, com duas subdivisões, uma das quais responsável por estudos de revitalização de laboratórios e a racionalidade no uso dos espaços. “Também pretendemos agregar os pesquisadores das duas escolas, por meio de suas câmaras de pesquisa e pós-graduação, com o intuito de planejarmos o futuro e trazermos subsídios para o desenvolvimento do nosso Plano Diretor”, explica Rosana Fiorini Puccini, diretora do campus.

Excelência em Saúde 

Integrando duas unidades universitárias, a Escola Paulista de Medicina e a Escola Paulista de Enfermagem, o Campus São Paulo da Unifesp oferece cinco cursos nas áreas da Medicina, Fonoaudiologia, Enfermagem, Tecnologia em Saúde (Tecnologia Oftálmica, Tecnologia em Radiologia, Tecnologia em Informática em Saúde) e Ciências Biológicas/modalidade médica, além de programas de mestrado, doutorado, pós-doutorado, pesquisa e extensão. Tem como espaço para o ensino, assistência e pesquisa, um dos melhores centros formadores de médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde do país: o Hospital São Paulo (HSP/HU), que foi reconhecido oficialmente como hospital universitário da Unifesp, em 2004, e é responsável pela cobertura de uma área com mais de 5 milhões de habitantes na Grande São Paulo, além de atender pacientes oriundos de outros estados.
O Campus São Paulo possui cerca de 12 mil alunos de graduação, 647 de extensão e se destaca pela vasta produção científica, abrigando os melhores programas de pós-graduação do país. Atualmente possui 95 programas de residência médica – com 1.069 vagas credenciadas, 14 de residência multiprofissional e dois de residência uniprofissional.

Campus São Paulo - EPM e EPE
Programas 35
Cursos de Mestrado Acadêmico 32
Cursos de Mestrado Profissional 3
Cursos de Doutorado 32
Total de Alunos 2588
Alunos de Mestrado Acadêmico 1096
Alunos de Mestrado Profissional 210
Alunos de Doutorado 1282
Total de Docentes - orientadores credenciados 750
Dados de julho 2013
Produção Científica (2012)
Apresentação de Trabalhos em Congressos e Simpósios 765
Artigos publicados em Jornais ou Revistas Científicas 53
Artigos publicados em Periódicos Indexados (ISI) 3041
Cursos de curta duração – Especialização 6
Cursos de curta duração – Extensão 194
Organização de Eventos (congressos, simpósios, outros) 198
Trabalho em Anais – Resumo 1085
Trabalho em Anais - Trabalho Completo 97

 

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Segunda, 11 Novembro 2013 11:04

EPM

Escola Paulista de Medicina

Ana Cristina Cocolo

EntreTeses 01 p33 Unifesp EPM

Encabeçando a lista das universidades federais com o maior programa de residência médica – 1.069 vagas credenciadas com bolsas de estudo –, a Escola Paulista de Medicina (EPM) iniciou sua pós-graduação em 1970, com os programas em Ciências Biológicas e em Farmacologia. No ano seguinte, expandiu as áreas de conhecimento para a Microbiologia e Imunologia e, em 1973, foi a vez da Medicina, com ênfases em Endocrinologia Clínica, Pneumologia e Ciência Cirúrgica. “O processo de instalação dos programas de pós na EPM se deu de forma muito rápida”, afirma o coordenador da Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação, Luis Eduardo Coelho Andrade. “Entre as décadas de 1970 e 1980, praticamente todos eles já estavam em pleno funcionamento”.

Os mais recentes, mestrado e doutorado em Gestão e Informática em Saúde e Tecnologias e o mestrado profissional em Atenção à Saúde, foram criados em 2010. Atualmente são 34 programas de pós-graduação disponíveis que abrigam 34 mestrados – sendo a maioria acadêmicos e somente três profissionais – e 31 doutorados, com mais de 2.400 alunos e 709 docentes como orientadores credenciados. Seis programas também atuam em parceria com outros campi da Unifesp.

Luis Andrade explica que nos anos 70 e 80 a procura pela pós-graduação stricto sensu no país ainda se dava mais entre docentes e, somente a partir de 1985, é que essa formação começou a permear o imaginário popular dos estudantes e a EPM passou a ter uma procura maior desse público. “Hoje, vemos que esta tendência está voltando e as pessoas estão buscando mais a formação lato sensu, que é a especialização”, diz. “A produção do conhecimento novo está ficando restrita aos pesquisadores independentes”.

EPM
Programas 34
Cursos de Mestrado Acadêmico 31
Cursos de Mestrado Profissional 3
Cursos de Doutorado 31
Total de Alunos 2415
Alunos de Mestrado Acadêmico 1009
Alunos de Mestrado Profissional 210
Alunos de Doutorado 1196
Total de Docentes - orientadores credenciados 709
Dados de julho 2013
Produção Científica (2012) 160
Apresentação de trabalhos em Congressos e Simpósios 731
Artigos publicados em Jornais ou Revistas Científicas 48
Artigos publicados em Periódicos Indexados (ISI) 2949
Cursos de curta duração – Especialização 6
Cursos de curta duração – Extensão 176
Organização de Eventos (congressos, simpósios, outros) 171
Trabalho em Anais – Resumo 1028
Trabalho em Anais – Trabalho Completo 74

Qualidade no ensino

Entre os programas da EPM, seis (Ciências Biológicas/Biologia Molecular, Microbiologia e Imunobiologia, Nefrologia, Oftalmologia, Infectologia e Psicobiologia) possuem conceito máximo (nota 7) da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior); outros seis (Farmacologia, Endocrinologia Clínica, Hematologia, Neurologia/Neurociências, Psiquiatria e Psicologia Médica e Cirurgia Plástica) se enquandram no conceito 6. A Capes considera os conceitos superiores a 5 como de elevado padrão de excelência. Não menos importantes, outros 17 programas possuem conceitos considerados muito bom (nota 5) e bom (nota 4).

Entre os cursos de curta duração disponíveis, seis são de especialização e 176 de extensão.

De acordo com Antonio Carlos Lopes, diretor da EPM, o objetivo da instituição é estimular cada vez mais a pós-graduação e criar um ambiente que favoreça os jovens no desenvolvimento de suas linhas de pesquisa em um ou mais campi. “Uma universidade só atinge sua plenitude quando integra os conhecimentos de diversas áreas para um bem comum. No nosso caso, que responda cada vez mais as perguntas clínicas, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente, e que promova uma visão mais holística entre os profissionais da saúde”, afirma.

Para ele, a busca da excelência, em todos os níveis, se dá com a integração dos vários departamentos, das pesquisas e do ensino, além dos trabalhos desenvovidos na extensão. “A cordialidade existente na EPM, entre os vários pesquisadores, não coloca degraus entre alunos e docentes”.

EntreTeses 01 p34 Unifesp SaoPaulo

Produção premiada

Em 2012, 731 trabalhos realizados na Escola foram apresentados em congressos e simpósios nacionais e internacionais; 48 artigos foram publicados em jornais e revistas científicas e quase 3 mil em periódicos indexados. 

Todo esse trabalho ajudou a Unifesp a angariar, no ano passado, a segunda edição do Prêmio SciVal Brasil nas categorias “produção científica” e “produção científica por docente”, promovido pela Editora Elsevier, com o apoio da Capes/Ministério da Educação (MEC). O reconhecimento consagra instituições brasileiras de ensino e pesquisa que se destacaram pela excelência de sua produção científica.

 

80 anos de excelência

EntreTeses 01 p35 EPM Unifesp

A Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) foi a 11ª escola de Medicina criada no Brasil e se destacou por ações pioneiras no país como construir o primeiro hospital-escola, criar o primeiro curso Biomédico, além de, em 1956, antecipar-se, estruturando o curso de Medicina em departamentos – método somente adotado oficialmente no ensino superior em 1965.

Fundada em 1933, por um grupo de médicos e cientistas visonários, a EPM originou-se em uma casa situada na Rua Coronel Oscar Porto, Zona Sul da capital paulista. Dois anos depois, os fundadores adquiriram uma chácara na Rua Botucatu para a construção da sede da Escola e do primeiro hospital-escola do país para as aulas práticas dos alunos. A casa, que lá existia, foi reformada e adaptada, dando origem, em 1937, ao que seria a sede provisória do atual Hospital São Paulo: o Pavilhão Maria Tereza, com dois andares e 100 leitos. Reconhecida oficialmente em 1938, a EPM foi federalizada em 1956. No ano seguinte inovou mais uma vez, e se tornou uma das pioneiras na implantação de programas de residência médica no Brasil.

Atualmente possui quatro cursos de graduação (Ciências Biológicas - Modalidade Médica; Fonoaudiologia; Medicina e Tecnologias em Saúde) com 1.061 alunos.

Tanto a avaliação de órgãos governamentais, como a Capes, quanto de empresas privadas, coloca a EPM como uma das melhores instituições de ensino médico e de saúde do Brasil.

Cronograma de abertura dos programas (nomenclatura atual)
ANO PROGRAMA NÍVEL CONCEITO
1970 Ciências Biológicas/Biologia Molecular
Farmacologia
ME/DO
ME/DO
7
6
1971 Microbiologia e Imunologia ME/DO 7
1973 Medicina (Endocrinologia)
Medicina (Pneumologia)
Ciência Cirúrgica Interdisciplinar
ME/DO
ME/DO
ME/DO
6
5
4
1974 Medicina (Nefrologia) ME/DO 7
1975 Medicina (Cardiologia) ME/DO 4
1976 Medicina (Hematologia)
Gastroenterologia
ME/DO
ME/DO
6
4
1977 Medicina (Ginecologia) ME/DO 5
1978 Neurologia/Neurociências
Patologia
Medicina (Urologia)
ME/DO
ME/DO
ME/DO
6
4
4
1979 Medicina (Obstetrícia)
Medicina (Otorrinolaringologia)
Medicina (Cirurgia Cardiovascular)
ME/DO
ME/DO
ME/DO
4
4
3
1980 Oftalmologia e Ciências Visuais
Pediatria e Ciências aplicadas à Pediatria
MP/ME/DO
ME/DO
7
5
1982 Distúrbios da Comunicação Humana
Medicina (Radiologia Clínica)
ME/DO
ME/DO
5
3
1983 Infectologia ME/DO 7
1984 Psiquiatria e Psicologia Médica
Ciências da Saúde aplicadas à Reumatologia
ME/DO
ME/DO
6
5
1986 Psicobiologia ME/DO 7
1988 Biologia Estrutural e Funcional ME/DO 3
1990 Cirurgia Translacional ME/DO 6
1991 Nutrição ME/DO 5
1996 Medicina Interna e Terapêutica ME/DO 5
2003 Ensino em Ciências da Saúde MP 4
2006 Saúde Coletiva ME/DO 3
2010 Medicina Translacional ME/DO 5
2011 Gestão e Informática em Saúde
Tecnologias e Atenção à Saúde
ME/DO
MP
4
3
Legenda: MP – Mestrado profissional / ME – Mestrado Acadêmico / DO – Doutorado

 

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