Novas normas para Residência Médica devem vigorar a partir de 2018

Novas normas para Residência Médica devem vigorar a partir de 2018

Os programas de Residência Médica (RM) em Cirurgia de Cabeça e Pescoço e em Cirurgia Cardiovascular tiveram alterações sugeridas pelas sociedades de especialidades e aprovadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) no mês de junho. As mudanças passam a vigorar no início do ano letivo de 2018.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço solicitou que o programa de Otorrinolaringologia passe a ser um pré-requisito para a RM em Cirurgia de Cabeça e Pescoço.

Para Cirurgia Cardiovascular não existe mais o pré-requisito de especialidade em Cirurgia Geral, sob a argumentação de que há uma grande evasão dos residentes de Cirurgia Cardiovascular. E também, devido ao aumento do tempo da RM em Cirurgia Geral – de dois para três anos –, os estudantes poderiam ficar desestimulados com a área Cardiovascular, agora que essa residência tem acesso direto e duração de cinco anos.

As mudanças foram aprovadas com a participação dos presidentes das associações médicas das especialidades e representantes oficiais. Uma resolução foi elaborada e ainda deverá ser publicada no Diário Oficial da União.

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