Projeto cultural resultará na revitalização da Biblioteca do Campus São Paulo e tem a autorização de captação pela Lei Rouanet

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São oferecidas 271 vagas para os cursos de Ciências Biológicas, Engenharia Química e Medicina

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Inscrições abertas até o dia 3 de setembro
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Best Global University Ranking 2019 classifica como a segunda melhor da América Latina

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O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade causada por um vírus da família Paramyxoviridae. Um doente pode transmiti-la para até 18 pessoas no mesmo ambiente

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Quarta, 10 Julho 2019 08:34

II Oncology Symposium-Unifesp

Inscrição e submissão dos trabalhos devem ser realizadas até 10 de agosto
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O congresso será realizado nos dias 19, 20 e 21 de setembro de 2019 

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Guerra dos Patógenos - Os parasitas atacam favorece o aprendizado de parasitoses 

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Pesquisadores do ISS/Unifesp que participam de projeto da ONU identificam nove frutos brasileiros que fornecem 84 compostos bioativos, incluindo fenóis, carotenoides, antocianinas e iridoides, mas são pouco consumidos no país

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Primeira linha: araçá, cagaita e cambuci; na segunda, jabuticaba, jatobá e jenipapo; na terceira, mangaba, pequi e pitanga

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Texto: Ana Cristina Cocolo

Das mais de 50 mil plantas comestíveis disponíveis em todo o mundo, apenas 15 delas, principalmente o arroz, o milho e o trigo, são responsáveis por 90% das demandas de energia dos seres humanos, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, sigla em inglês). E o Brasil, que é berço de 18% de toda a biodiversidade vegetal do planeta, ainda possui uma parcela considerável da população que sofre de sérias deficiências nutricionais, obesidade e doenças crônicas. 

Um grande projeto nomeado Biodiversidade para Alimentação e Nutrição (Biodiversity for Food and Nutrition), liderado pela ONU Meio Ambiente em parceria com a Biodiversity International, a FAO e os governos do Brasil, Quênia, Sri Lanka e Turquia, prevê, com uma iniciativa global inédita, desenvolver e testar uma abordagem multissetorial que envolva pesquisas, políticas, mercados, conscientização, uso sustentável e integrado da biodiversidade agrícola, entre outras práticas, para melhorar a nutrição mundial. 

Um dos vários estudos desenvolvidos pelos pesquisadores brasileiros que participam do projeto avaliou os compostos bioativos – que têm um efeito sobre organismos vivos, tecidos ou células – de nove frutos brasileiros pouco explorados no país: a pitanga (Eugenia uniflora), a cagaita (Eugenia dysenterica), o araçá (Psidium cattleianum), jenipapo (Genipa americana), cambuci (Campomanesia phaea), pequi (Caryocar brasiliense), jabuticaba (Plinia cauliflora), jatobá (Hymenaea courbaril) e mangaba (Hancornia speciosa).

No total, foram identificados 84 compostos bioativos, entre eles compostos fenólicos, carotenoides, antocianinas e iridoides. Os carotenoides e as antocianinas são pigmentos naturais não produzidos em nosso organismo e extremamente importantes na alimentação humana; apresentam diversas funções fisiológicas, atuando no fortalecimento do sistema imunológico; possuem atividade antioxidante e anti-inflamatória. 

Os carotenoides são pigmentos responsáveis pela cor amarela, laranja e vermelha de muitos alimentos. Quatro tipos deles (beta-caroteno, alfa-caroteno, gama-caroteno e beta-criptoxantina) são os precursores da vitamina A. Na natureza existem mais de 900 tipos de carotenoides. Já as antocianinas são pigmentos pertencentes ao grupo de flavonoides e responsáveis pelas cores de frutas, flores e folhas que abrangem o vermelho-alaranjado, o vermelho vivo, o roxo e o azul. Sua função na natureza é proteger as flores, frutas e folhas contra os raios ultravioletas (UV) e desativar radicais livres responsáveis pelo envelhecimento e desenvolvimento de doenças crônicas (substâncias tóxicas). 

A pesquisa também identificou no jenipapo e no jatobá novos iridoides, que são compostos orgânicos, com sabor amargo, que têm como principal função proteger as plantas contra seus predadores. Além disso, muitos iridoides têm propriedades antimicrobianas e antifúngicas. 

De acordo com Veridiana Vera De Rosso, uma das autoras do estudo e docente no Instituto de Saúde e Sociedade (ISS/Unifesp) – Campus Baixada Santista, nos últimos anos, evidências crescentes têm mostrado que o consumo de frutas e legumes reduz o risco de mortalidade por várias doenças, principalmente as cardiovasculares e os cânceres. “Os resultados das análises mostram o potencial tecnológico e econômico ainda inexplorado da nossa biodiversidade, principalmente para o setor alimentício e farmacêutico”, afirma. “Com políticas públicas adequadas para a agricultura sustentável, podemos melhorar a condição nutricional da população, prevenir doenças e, consequentemente, diminuir a mortalidade”.

Pequi: campeão em carotenoides

Dos 84 compostos encontrados nas nove frutas, 51 são fenólicos, entre flavonoides e ácidos fenólicos, oito são iridoides, 23 carotenoides e duas antocianinas.

O maior teor de carotenoides foi registrado no pequi (10.156,21 mg / 100 g), enquanto o principal conteúdo fenólico – composto estrutural e funcional da matéria orgânica do solo que age como protetor contra pragas e doenças nas plantas – foi encontrado no cambuci (221,70 mg / 100 g). A pitanga e a jabuticaba apresentaram mais antocianinas (respectivamente 81 mg e 45,5 mg / 100 g). 

De acordo com ela, o estudo também detectou que a mesma fruta pode ter um conteúdo variado de compostos bioativos quando submetidos a diferentes tipos de cultivo e condições ambientais. 

Neste caso, para o estudo, cada fruta foi colhida de três diferentes localizações de dois biomas brasileiros: Mata Atlântica e Cerrado. Como foram obtidas em áreas protegidas do Brasil ou em fazendas familiares, houve necessidade da autorização para coleta do material biológico a partir do Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (Sisbio) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Cada amostra consistiu de 3 a 10 kg do fruto, de acordo com o processamento para a retirada da fração comestível para análise. Todas as frutas foram higienizadas para remover possíveis contaminantes e os procedimentos de extração foram realizados apenas com as partes comestíveis das frutas. 

Para a identificação dos compostos bioativos foram empregados métodos de espectrometria de massas para elucidação das estruturas após separação por cromatografia líquida de alta eficiência. 

Total de carotenoides detectado nas frutas

Fonte: Biodiversity Fruits: Discovering Bioactive Compounds from Underexplored Sources

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Araçá • quantidade de carotenoides

Uruama 1 - MG 61,44 mg/100g
Uruama 2 - MG 49,37 mg/100g
Coração de Jesus - MG 110,06 mg/100g

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Cagaita • quantidade de carotenoides

Montes Claros - MG 305,15 mg/100g
São João da Lagoa - MG 319,30 mg/100g
Arinos - MG 269,96 mg/100g

Entreteses11 p061 fruta cambuci

Cambuci • quantidade de carotenoides

Ubatuba 1- SP 83,23 mg/100g
Paraibuna - SP 43,87 mg/100g
Ubatuba 2 - SP 81,69 mg/100g

Entreteses11 p061 fruta jabuticaba

Jabuticaba • quantidade de carotenoides

Paraibuna 1 - SP  152,40 mg/100g 
Paraibuna 2 - SP 154,74 mg/100g
Arinos - MG 326,70 mg/100g

Entreteses11 p061 fruta jatoba

Jatobá • quantidade de carotenoides

Porto Ferreira 1 - SP  2.675,90 mg/100g 
Porto Ferreira 2 - SP 4.074,74 mg/100g
Montes Claros - MG 1.171,19 mg/100g

Entreteses11 p061 fruta jenipapo

Jenipapo • quantidade de carotenoides

Paraibuna – SP não detectado 
Montes Claros – MG não detectado
Coração de Jesus - MG não detectado

Entreteses11 p061 fruta mangaba

Mangaba • quantidade de carotenoides

Montes Claros - SP  101,12 mg/100g 
Coração de Jesus - MG 80,76 mg/100g
Arinos - MG 160,11 mg/100g

Entreteses11 p061 fruta pequi

Pequi • quantidade de carotenoides

Coração de Jesus - MG  8.600,87 mg/100g 
Mirabela - MG  10.156,21 mg/100g 
Arinos - MG  6.090,66 mg/100g 

Entreteses11 p061 fruta pitanga

Pitanga • quantidade de carotenoides

Paraibuna - SP  1.748,06 mg/100g 
Montes Claros -SP 1.902,32 mg/100g 
Arinos - MG  5.880,98 mg/100g 

Projeto Biodiversidade para Alimentação e Nutrição e a contribuição da Unifesp

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Veridiana Rosso

O Projeto Biodiversidade para Alimentação e Nutrição – Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade para Melhoria da Nutrição e do Bem-Estar Humano foi iniciado em 2012 durante a realização do Congresso World Nutrition, que ocorreu no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação de quatro países – Brasil, Quênia, Sri-Lanka e Turquia – por meio do financiamento do Global Environmental Facility (GEF) e das agências implementadoras das Nações Unidas Food and Agriculture Organization (FAO) e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Cada país participante definiu objetivos de suas ações, sendo que para o Brasil foram definidos os seguintes:

• Valorizar a importância alimentícia e nutricional das espécies relacionadas com a biodiversidade agrícola;
• Resgatar o valor cultural dessas espécies;
• Ampliar o número de espécies nativas utilizadas atualmente em nossa alimentação;
• Mitigar dos problemas relacionados à dieta simplificada;
• Promover o fortalecimento da conservação e do manejo sustentável da sociobiodiversidade;
• Incorporar ações de transversalidade em programas e estratégias de segurança e soberania alimentar e nutricional.

Para alcançar os objetivos, foram estabelecidos seis eixos norteadores de ações intersetoriais:
• Análise da composição das espécies da biodiversidade (neste eixo estava incluída a organização dos resultados em um banco de dados digital);
• Avaliação do impacto de dietas diversificadas oferecidas por meio das políticas públicas relacionadas à segurança alimentar e nutricional na saúde das populações beneficiárias (PAA e Pnae);
• Desenvolvimento de ações de educação, com vistas à inclusão na dieta das escolas de produtos regionais com maior qualidade nutricional (desenvolvimento de receitas para inclusão na alimentação escolar);
• Desenvolvimento de estratégias para que a próxima POF produza dados de consumo dos alimentos regionais que são “minoritários” em termos de aquisição de alimentos no orçamento familiar (Pnan);
• Realização de levantamento de alimentos tradicionais (saberes e sabores), inclusive dados sobre as formas de preparo desses alimentos por parte dos povos e comunidades tradicionais;
• Implementação de ações institucionais que possam fortalecer e/ou implementar processos de integração/ transversalização de políticas públicas.

Para alcançar os objetivos propostos, a coordenação nacional do projeto, constituída pelo Ministério do Meio Ambiente, convidou pelo menos uma universidade federal por região do Brasil para auxiliar no desenvolvimento do projeto. A Unifesp foi convidada por meio do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecane), sediado no Campus Baixada Santista.

A participação da Unifesp deu-se em várias frentes, uma das mais significativas se refere à avaliação da composição nutricional de 12 espécies da biodiversidade da Região Sudeste. Os dados de composição nutricional de todas as espécies estudadas nas cinco regiões do Brasil foram agrupados em um banco de dados digital denominado Biodiversidade & Nutrição. Esse banco é de acesso público e permite que sejam realizadas buscas empregando o nome comum da espécie, democratizando o uso da ferramenta.

Outra frente do projeto na Unifesp foi o desenvolvimento de 78 receitas que fazem parte do livro Biodiversidade Brasileira: sabores e aromas, que é uma compilação das receitas com alto índice de aceitabilidade que foram desenvolvidas empregando as espécies da biodiversidade provenientes das cinco regiões brasileiras. As espécies da Região Sudeste foram o foco do trabalho coordenado por Semíramis Martins Alvares Domene, docente no ISS/Unifesp,e Andrea Carvalheiro Guerra Matias, docente na Universidade Mackenzie. O e-book está disponível no acervo digital do Ministério do Meio Ambiente.

Biodiversidade & Nutriçãohttps://ferramentas.sibbr.gov.br/ficha/bin/view/FN/

Artigo relacionado: 
BIAZOTTO, Katia Regina; MESQUITA, Leonardo Mendes de Souza; NEVES, Bruna Vitoria; BRAGA, Anna Rafaela Cavalcante; TANGERINA, Marcelo Marucci Pereira; VILEGAS, Wagner; MERCADANTE, Adriana Zerlotti; ROSSO, Veridiana Vera De. Brazilian biodiversity fruits: discovering bioactive compounds from underexplored sources. Journal of Agricultural and Food Chemistry, v. 7, n. 67, p. 1860−1876, fev. 2019.  Disponível em: <https://pubs.acs.org/doi/ipdf/10.1021/acs.jafc.8b05815 >. Acesso em: 17 abr. 2019.

 
Publicado em Edição 11

O mais antigo dos seis campi, o Campus São Paulo, originado da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) e da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp), é referência na formação de profissionais da saúde no país

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O Campus São Paulo é integrado por duas unidades universitárias: a Escola Paulista de Medicina (EPM) e a Escola Paulista de Enfermagem (EPE). Criadas respectivamente em 1933 e 1939, ambas têm contribuído de forma relevante para o avanço das ciências, para a formação de profissionais da saúde e pesquisadores e para a excelência na prestação assistencial à saúde. O Hospital São Paulo (HSP), que detém a condição de Hospital Universitário, constitui referência no tratamento de alta complexidade no país.

Em 1994, nos termos da Lei nº 8.957/94, a EPM transformou-se em universidade federal, passando a denominar-se Universidade Federal de São Paulo. Ao longo de sua história, a instituição tem desempenhado importante papel na formulação e implantação de políticas públicas relativas à educação e à saúde. A partir de 2005, integrando a política federal para o setor educacional, experimentou intenso processo de expansão. Em 2010, com a transferência dos órgãos centrais da administração para instalações próprias, constitui-se o Campus São Paulo, de forma independente.

Formando profissionais para o país

Na graduação, os cerca de 1.550 alunos estão distribuídos entre os sete cursos oferecidos (Medicina, Fonoaudiologia, Ciências Biológicas/Modalidade médica, Tecnologia Oftálmica, Tecnologia em Radiologia, Tecnologia em Informática em Saúde e Enfermagem), beneficiando-se do Hospital São Paulo como cenário para a prática do ensino, da pesquisa e da assistência. Inaugurado parcialmente em 1940, o HSP foi o primeiro hospital-escola do país construído com essa finalidade, tendo obtido, em 2004, o reconhecimento oficial como hospital universitário da Unifesp.

Situado na Vila Clementino, na zona sul da cidade, o Campus São Paulo possui uma ampla estrutura física para o desenvolvimento de suas atividades, a qual abrange os grandes edifícios com laboratórios instalados, como o de Ciências Biomédicas, de Pesquisa I, de Pesquisa II (Prof. Dr. Nestor Schor) e o Instituto Nacional de Farmacologia e Biologia Molecular (Infar), bem como os edifícios destinados às ações didáticas, como o Lemos Torres, Leitão da Cunha, Costabile Galucci e a Biblioteca Central.

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Excelência também na pós-graduação lato e stricto sensu

A Escola Paulista de Medicina responde pelo funcionamento de uma das maiores estruturas de residência médica no Brasil e da maior entre as universidades federais, com 84 programas credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica e 1.066 médicos residentes matriculados. A Escola Paulista de Enfermagem e o Hospital São Paulo/Hospital Universitário coordenam, de forma articulada, 12 programas de residência multiprofissional e uniprofissional em saúde, com 350 matriculados em 2019.

Em 2018, a pós-graduação lato sensu proporcionou a abertura de 1.096 vagas para 93 cursos de especialização; os cursos de aperfeiçoamento – em número de seis – disponibilizaram 300 vagas. Ainda em 2018, na área de extensão, a EPM – que desenvolve três programas e 18 projetos sociais – ofereceu 12.491 vagas nessa modalidade de curso e 11.065 vagas em eventos; foram também efetuadas 219 matrículas em cursos de atualização profissional. Em funcionamento desde 2011, a Unidade de Extensão Universitária de Santo Amaro busca atender às demandas dos moradores da zona sul do município de São Paulo, no âmbito da qualificação profissional, aprimoramento cultural e educação em saúde.

A EPM e a EPE são reconhecidas pela excelência de seus programas de pós-graduação stricto sensu: a primeira mantém 31 cursos de doutorado, 33 de mestrado acadêmico e quatro de mestrado profissional; a segunda desenvolve um curso de doutorado, um de mestrado acadêmico e um de mestrado profissional. Considerando-se o total de programas das duas unidades universitárias, nove deles receberam conceitos 6 e 7 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação (MEC). O restante dos programas – em sua maioria – enquadra-se nos conceitos 4 e 5.

EPM • Pós-graduação em números:

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35 programas de pós-graduação
68 cursos de pós-graduação
33 cursos de mestrado acadêmico
4 cursos de mestrado profissional
31 cursos de doutorado
1.132 estudantes de mestrado acadêmico
367 estudantes de mestrado profissional
1.400 estudantes de doutorado
725 docentes/orientadores credenciados
17.348 estudantes titulados até 2018


Dados extraídos do Sistemas Integrado de Informações Universitárias (SIIU) em 28/3/2019

EPE • Pós-graduação em números:

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2 programas de pós-graduação
3 cursos de pós-graduação
1 curso de mestrado acadêmico
1 curso de mestrado profissional
1 cursos de doutorado
80 estudantes de mestrado acadêmico
151 estudantes de mestrado profissional
108 estudantes de doutorado
81 docentes/orientadores credenciados
1.248 estudantes titulados até 2018


Dados extraídos do Sistemas Integrado de Informações Universitárias (SIIU) em 28/3/2019

 
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