Como foi? - Jornada de Direitos Humanos e Direito à Água.

Publicado em: 21/05/2018

No dia 17 de maio de 2018, no campus Baixada Santista da UNIFESP, ocorreu a primeira Jornada de Direitos Humanos/UNIFESP do ano, a qual reuniu indígenas, estudantes, professores e movimentos sociais que lutam em defesa da água como direito elementar a vida. Fizeram parte da mesa de debates Cristine Takua, liderança indígena da região de Bertioga/SP (Rio Silveiras), Zysman Neyman, pesquisador e professor associado do Departamento de Ciências Ambientais da UNIFESP, Wera Poty, liderança indígena da aldeia Paranapuã localizada em São Vicente/SP e Armelle Giglio-Jaquemot, antropóloga professora pesquisadora na Universidade de Poitiers na França. Contou, ainda, com a mediação de Leila Hatai, estudante de Engenharia Ambiental/UNIFESP e integrante do programa PET Educação Popular, na frente de Cultura e Resistência Indígena. Conhecimento sendo construído com diálogo e respeito entre as diversas experiências, saberes e motivações. Este evento foi organizado pela Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) daUNIFESP e pelo programa PET Educação Popular/UNIFESP, em colaboração com a Aliança Francesa.
Esta iniciativa integra as Jornadas de Direitos Humanos/UNIFESP. A PROEC/UNIFESP, junto à Aliança Francesa, deseja contribuir com a intensificação e ampliação do debate sobre a violação e garantias de direitos no mundo contemporâneo, bem como as formas de resistência. Para tanto, propomos uma série de Jornadas de Direitos Humanos dando destaque a questões relevantes e atuais ligadas à garantida de direitos, porém com recortes temáticos bem delineados. As jornadas contarão com convidados/as brasileiros/as e aqueles oriundos de países francófonos, com reflexões tecidas a partir de diferentes experiências que se entrelaçam: pesquisa, militância, artes, gestão.
As jornadas de Direitos Humanos da Unifesp nasceram em 2017, com o evento “Quem tem medo de Judith Butler? As cruzadas morais contra os direitos humanos no Brasil”, que teve por objetivo reiterar o potencial da obra de Judith Butler para diagnosticar e refletir não apenas sobre os protestos e agressões de grupos que se voltam contra sua influência intelectual e política, mas também sobre os movimentos atuais contra eventos e exposições envolvendo o que denominam de "ideologia de gênero".
Ao longo de 2018 e 2019, buscaremos trazer a tona temáticas que nos desafiam e colocam em evidência situações de violação de direitos que se intensificam nos últimos tempos.

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