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    Resumo: Ressonância magnética promete ajudar na detecção precoce da depressão. Conexões na rede do circuito de recompensa cerebral podem ser um potencial marcador para novos casos da doença entre jovens e crianças!

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    Resumo: Uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Biomecânica e Forense do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT/Unifesp) promete revolucionar, no futuro, o mercado de órteses e próteses.

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    Resumo: Vítimas sobreviventes, familiares e amigos sofrem sequelas como o transtorno de estresse pós-traumático, com sérias implicações psicológicas, afetivas e econômicas.

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    Resumo: A intolerância é imposta de várias formas às vítimas e às testemunhas. A violência pode ser física ou psicológica, com diversas motivações: sociais, religiosas, étnicas ou culturais. A intolerância consome cerca de 11% do PIB nacional, o que coloca o Brasil em 5º lugar no ranking de países que mais gastam com violência.

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    Resumo: A intolerância é imposta de várias formas às vítimas e às testemunhas. A violência pode ser física ou psicológica, com diversas motivações: sociais, religiosas, étnicas ou culturais. A intolerância consome cerca de 11% do PIB nacional, o que coloca o Brasil em 5º lugar no ranking de países que mais gastam com violência.

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    Resumo: A intolerância é imposta de várias formas às vítimas e às testemunhas. A violência pode ser física ou psicológica, com diversas motivações: sociais, religiosas, étnicas, culturais e políticas. . A intolerância consome cerca de 11% do PIB nacional, o que coloca o Brasil em 5º lugar no ranking de países que mais gastam com violência.

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    Resumo: A intolerância é imposta de várias formas às vítimas e às testemunhas. A violência pode ser física ou psicológica, com diversas motivações: sociais, religiosas, étnicas ou culturais. A intolerância consome cerca de 11% do PIB nacional, o que coloca o Brasil em 5º lugar no ranking de países que mais gastam com violência.

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    Resumo: Os atuais tratamentos são baseados em isolamento, internação médica e uso excessivo de remédios. Além da dependência química, há questões sociais, psicológicas, econômicas e políticas que precisam ser consideradas. A redução de danos considera esses contextos e surge como modelo alternativo de tratamento.

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    Resumo: As drogas sintéticas podem ser até 100 vezes mais potentes que os alucinógenos naturais. Elas causam dependência e sérios danos físicos e psíquicos. Quem usa esse tipo de droga tem entre 7 e 21 vezes mais chances consumir outras drogas e até aumenta em até 6 vezes a possibilidade de se envolver em situações de violência urbana.

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    Resumo: O tabaco é a principal causa de mortes evitáveis. O vício do cigarro causa problemas cardiovasculares e respiratórios, câncer, diminuição da expectativa de vida em até 20 anos, doença de Alzheimer, menopausa precoce, disfunção erétil e outros. Graças a ações de combate ao fumo, o número de fumantes diminuiu nos últimos anos.

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    Resumo: O álcool faz parte da história humana. Está presente nos momentos festivos, tristes e nas cerimônias religiosas, sendo a droga lícita mais consumida no mundo. Entretanto, a substância pode causar dependência e provocar sérios problemas: intoxicações, violência familiar, crimes sexuais, acidentes graves e mortes.

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    Resumo: Até meados do séc. XX, usar maconha era normal. A planta foi difamada durante décadas devido a questões raciais e interesses comerciais. Hoje, é a droga ilícita mais debatida e consumida no mundo. Quais impactos a legalização provoca no crime organizado? Como os governos podem se beneficiam com a descriminalização?

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    Resumo: O mercado mundial de drogas ilícitas movimenta cerca de U$900 bilhões ao ano. Assim como a maconha, o cocaína e as drogas sintéticas, o álcool e o tabaco, apesar de lícitas, também são drogas potencialmente perigosas para a saúde. Este é o 1º de uma série de podcasts sobre o tema, apresentado na revista Entreteses nº 6.

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    Resumo: Até os 6 meses de vida, os bebês precisam somente de um alimento, o leite materno. Ele é rico em proteínas, vitaminas, anticorpos e outros nutrientes essenciais. Por vários motivos algumas mães não podem amamentar, e por isso existem 220 bancos de leite humano no Brasil. Sabia que 1 litro de leite alimenta até 10 recém-nascidos.

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    Resumo: Tomar remédios por conta própria é uma prática perigosa, mas adotada por muita gente. A automedicação pode transformar pequenas dores em grandes problemas de saúde, como hepatite, impotência sexual, derrames e ataques cardíacos, além de causar dependência e até mesmo provocar a morte.

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    Resumo: O corpo humano tem 75 milhões de células, de 200 tipos diferentes. Todas nasceram a partir das células-tronco, que se formam a partir do embrião. Com essas células é possível curar doenças graves, como a angina, que atinge 150 mil pessoas por ano. Saiba como é possível armazenar essas células e utilizá-las no futuro, caso seja preciso.

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    Resumo: O hemocentro da Unifesp é um dos maiores do Brasil. Além de atender ao Hospital São Paulo, abastece diversos hospitais da capital. Por isso, os estoques precisam estar sempre bem abastecidos. Quer ser um doador? Então saiba o que pode e o que não pode ser feito antes, durante e após cada doação.

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    Resumo: Existem 36 sistemas de classificação sanguínea, sendo que o mais utilizado é o ABO. No Brasil, 87% das pessoas têm sangue tipo “A” e “O”, e apenas 3% tipo “AB”. Além desses 4 tipos, existem cerca de 340 tipos já identificados pelo hemocentro da Unifesp. Mas o que pode acontecer se uma pessoa receber sangue diferente do seu?

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    Resumo: Desde o ano 2000, o Brasil reduziu em 43% os casos de mortalidade materna. Parece muito, mas segundo o Ministério da Saúde, 62 mulheres morrem a cada 100 mil nascimentos. A recomendação da ONU é que sejam apenas 35. Cerca de mil mulheres morrem por ano no Brasil, uma a cada 2 minutos. Conheça as principais causas e formas de prevenção.

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    Resumo: A ONU recomenda que até 5% da população doe sangue regularmente. No Brasil esse índice não chega a 2%, e no frio ou no final do ano os estoques ficam ainda mais abaixo do recomendado. Se você quer ser um doador, vá até o Hemocentro da Unifesp. A cada doação que você fizer, poderá salvar até 4 vidas.

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    Resumo: Além da nicotina, o cigarro tem outras 4.700 substâncias tóxicas. Algumas são cancerígenas e podem matar, como arsênico, cianeto e chumbo. Além disso, quem fuma aumenta de 3 a 7 vezes as chances de sofrer uma parada cardíaca. Quem quer parar de fumar, mas não consegue, pode procurar o PrevFumo, serviço gratuito da Unifesp.

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    Resumo: O contato com o homem branco levou muitas doenças para as aldeias. A alimentação industrializada também teve impactos negativos, causando obesidade, hipertensão, diabetes e alcoolismo. As oficinas de nutrição realizadas pelo Projeto Xingu valorizam a culinária tradicional e ajudam a melhorar a saúde indígena.

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    Resumo: As lesões musculares são comuns entre os atletas. Isso se deve aos esforços intensos e repetitivos, à fraqueza muscular e ao desequilíbrio de força entre os músculos. Mas é possível prevenir as lesões através de análises que mostram quais músculos precisam ser mais desenvolvidos do que outros.

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    Resumo: A prática esportiva reduz a mortalidade, impede a evolução de doenças e provoca alterações no organismo, mas nem todos podem praticar exercícios livremente. Os cardíacos e os diabéticos, por exemplo, só podem praticar exercícios com a supervisão de profissionais. Conheça um pouco mais sobre as 3 formas de reabilitação existentes.

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    Resumo: Para as pessoas comuns a diminuição de oxigênio causa muitos incômodos, mas para os atletas ela pode ser benéfica. Os treinos realizados em altitudes e o pré-condicionamento isquêmico melhoram entre 3% e 11% o rendimento dos atletas profissionais.

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    Resumo: A prática de exercícios físicos aumenta os batimentos cardíacos e o ritmo da respiração. Esses efeitos são ainda mais intensos nos atletas. Para se ter uma ideia, durante a prática esportiva o coração deles fica até 30% maior.

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    Resumo: Estudos do genoma humano identificaram que o DNA dos atletas não é igual ao das pessoas comuns. São essas alterações que fazem com que eles sejam campeões. Essa descoberta permitirá identificar para qual tipo de esporte uma pessoa tem predisposição.

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    Resumo: A incidência das doenças infectocontagiosas entre os índios é muito preocupante; chega a ser de duas a três vezes maior entre os índios. Pensando nisso, a Unifesp oferece cursos na área de saúde indígena desde 2007.

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    Resumo: Ao longo dos 50 anos de atuação do Projeto Xingu, a Escola Paulista de Medicina criou um acervo histórico de valor incalculável. Além dos utensílios e artesanatos, o projeto possui mais de 10 mil prontuários médicos arquivados, o que possibilitou encontrar padrões de saúde de diversas tribos brasileiras.

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    Resumo: O perfil epidemiológico dos índios muda muito rapidamente e o Projeto Xingu se aperfeiçoa dia após dia. Apesar de dificuldades com o idioma e até mesmo o preconceito, a Unifesp pensa em criar cursos voltados para a saúde mental indígena. Atualmente a instituição oferece diversos cursos presenciais e EaD.

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    Resumo: O Projeto Xingu leva saúde aos índios sem interferir na sua cultura, usa a ciência, mas respeita a pajelança, as plantas medicinais e a culinária local. Entretanto, a tradição não encontra a cura, e a assistência médica do projeto pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte dos índios.

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    Resumo: As péssimas condições sanitárias nas aldeias mataram 20% dos índios do Alto Xingu. Esse foi o principal desafio do Projeto Xingu, implantado na região há 50 anos. Depois do projeto, os índices de mortalidade caíram, a população local e a expectativa de vida aumentaram.