Sexta, 29 Julho 2016 12:01

Especialistas da EPM/Unifesp prestarão atendimento médico durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Profissionais da Disciplina de Medicina Esportiva da instituição estarão à disposição de atletas, dirigentes e espectadores

Por Antonio Saturnino

Durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, profissionais da Disciplina de Medicina do Esporte da Escola Paulista de Medicina da Unifesp (EPM/Unifesp) estarão no Rio de Janeiro, cidade sede do evento, à disposição de atletas, dirigentes esportivos e público em geral.

Ao todo, serão mais de 20 especialistas, entre médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Esse número passa de 60, considerando profissionais que foram membros do departamento, além dos que foram especializados e pós-graduados pela instituição, mas que não possuem vínculo com a Unifesp atualmente. A estrutura médica será composta por profissionais de saúde, distribuídos desde o atendimento inicial na beira do campo (FOP, do inglês Field of Play), até os postos médicos, policlínicas de atletas e retaguarda hospitalar.

Moises Cohen, docente chefe do Departamento Ortopedia e Traumatologia e idealizador do Centro de Traumato-Ortopedia do Esporte (CETE), vê a participação dos profissionais da instituição como um ápice. “A Olimpíada e Paralimpíada do Rio de Janeiro serão o auge da atuação da Medicina Esportiva, após um ciclo que começou nos Jogos Sulamericanos 2002 e depois, em 2007, no Panamericano. É um orgulho a Unifesp ser representada em um evento de tamanha importância com tantos profissionais”, comemora.

A equipe médica da universidade será dividida em quatro grupos principais: Time Brasil, que prestará atendimento aos atletas da delegação brasileira. Comporão este grupo Tathiana Parmigiano – única ginecologista da Vila Olímpica – e Carlos Tadeu Moreno; no atendimento inicial no FOP estarão Lenita Glass, Paulo Szeles e Karina Hatano; nas arenas, como gerentes médicos de equipes específicas, estarão Carlos Andreoli (Basquete), Silvana Vertematti (Esgrima e Taekwondo) e Fernando Hess (Rugby); e na Policlínica da Vila Olímpica – Moises Cohen, Diogo Rolim e Caio Memoria, além de diversos fisioterapeutas atuando todos os locais de disputas.

Carlos Andreoli, chefe da residência de medicina esportiva, ressaltou que a equipe está altamente gabaritada para o atendimento de toda família olímpica. “Nos últimos meses, todos os profissionais realizaram cursos de preparação, tais como Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS, do inglês Advanced Cardiovascular Life Support), Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS - Advanced Trauma Life Support), emergências em catástrofes e terrorismo, como forma de ajudar no treinamento dos voluntários e coordenar as ações dos profissionais de saúde”, finalizou.​

 

Lido 8013 vezes Última modificação em Terça, 22 Novembro 2016 15:38

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