Definição de Regime de Trabalho

ALTERAÇÃO DO REGIME DE TRABALHO

O Professor da Unifesp, ocupante de cargo efetivo do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal, será submetido a um dos seguintes regimes de trabalho:

A - 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, com dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional; ou

B - tempo parcial de 20 (vinte) horas semanais de trabalho.

  • Excepcionalmente, a Unifesp poderá, mediante aprovação de órgão colegiado superior competente, admitir a adoção do regime de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, observando 2 (dois) turnos diários completos, sem dedicação exclusiva, para áreas com características específicas.
  • O regime de 40 (quarenta) horas com dedicação exclusiva implica no impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada, com as exceções previstas na Lei Federal nº 12.772/2012.
  • Os docentes em regime de 20 (vinte) horas poderão ser temporariamente vinculados ao regime de 40 (quarenta) horas sem dedicação exclusiva, após a verificação de inexistência de acúmulo de cargos e da existência de recursos orçamentários e financeiros para as despesas decorrentes da alteração do regime, considerando-se o caráter especial da atribuição do regime de 40 (quarenta) horas sem dedicação exclusiva nas seguintes hipóteses:

I - ocupação de cargo de direção, função gratificada ou função de coordenação de cursos; ou

II - participação em outras ações de interesse institucional definidas pelo conselho superior da Unifesp.

_________________________________ //_________________________________

O Professor poderá solicitar a alteração de seu regime de trabalho mediante proposta que será submetida a sua unidade de lotação.

A solicitação de mudança de regime de trabalho, aprovada na unidade de lotação do docente, será encaminhada à Comissão Permanente de Pessoal Docente – CPPD para análise e parecer, e posteriormente à decisão final da autoridade ou Conselho Superior competente.

Na hipótese de concessão de afastamento sem prejuízo de vencimentos, as solicitações de alteração de regime só serão autorizadas após o decurso de prazo igual ao do afastamento concedido.

           Caberá à CPPD apreciar e sugerir a alteração do regime de trabalho dos docentes da Unifesp, quando solicitado pelo próprio docente .

Promoção Funcional

Promoção Funcional

 

A promoção é uma forma de provimento de cargo público pela qual o servidor passa para a classe subsequente de maior grau de responsabilidade e maior complexidade de atribuições dentro da carreira a que pertence, observado o interstício mínimo de 24 (vinte e quatro) meses no último nível de cada Classe antecedente àquela para a qual se dará a promoção e, ainda, as seguintes condições:

I – para a Classe B, com a denominação de professor Assistente, ser aprovado em processo de avaliação de desempenho;

II – para a Classe C, com a denominação de professor Adjunto, ser aprovado em processo de avaliação de desempenho;

III – para a Classe D, com a determinação de professor Associado:

  1. Possuir o título de doutor;

  2. Ser aprovado em processo de avaliação de desempenho de acordo com os critérios complementares para esta promoção estabelecidos na Resolução nº 115.

IV – para a Classe E, com denominação de Professor Titular:

  1. Possuir o título de doutor;

  2. Ser aprovado em processo de avaliação de desempenho de acordo com os critérios complementares para esta promoção estabelecidos na Resolução nº 110.

 

Orientações para Solicitação de Promoção Funcional para a Classe D Denominada Professor Associado

Fluxo do processo

Requerimento de solicitação de Promoção à Classe Processo Associado

Mais informações

 

  

  1. O interessado deverá utilizar o requerimento de promoção disponível na página da CPPD.
  2. Imprimir o requerimento e solicitar assinatura das chefias envolvidas.

  3. Anexar toda documentação listada na Resolução 115 do CONSU .

  4. Abrir processo no setor de protocolo do Campus ao qual pertence e encaminhá-lo ao Setor de Cadastro e Lotação do DRH-Central para obtenção da folha de dados funcionais.

  5. O processo será encaminhado para a CAD pelo próprio DRH.

  6. Após análise da Comissão de Avaliação de Professor Associado o processo será encaminhado à CPPD para anuência, que o encaminhará ao DRH para as devidas providências.

 

Orientações para Solicitação de Promoção para a  Classe E Denominada Professor Titular

 

Orientação Normativa nº 03/2015

Padroniza os procedimentos no âmbito da Unifesp para o fluxo de documentos para promoção à Classe E, com denominação de Professor Titular, da Carreira do Magistério Superior da UNIFESP, e estabelece as competências das instâncias administrativas e acadêmicas envolvidas no processo, conforme prevê a Resolução nº 110 do CONSU

Formulário de Solicitação de Promoção

Declaração

Fluxo do Processo

Art. 1º - Com os objetivos de:

I - Otimizar o número de Comissões Especiais de Avaliação - CEA, necessárias para avaliar servidores docentes de um mesmo departamento, considerando que deverão ser compostas com 75% de professores titulares de outras instituições e

II - Estabelecer as competências das diferentes instâncias administrativas e acadêmicas envolvidas no processo.

A presente Orientação Normativa visa padronizar procedimentos no âmbito da UNIFESP para o fluxo de documentos relativos à promoção para Classe E, com denominação de Professor Titular, da Carreira de Magistério Superior, prevista na Lei Federal nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, Portaria 982, de 03 de outubro de 2013, do Ministério da Educação e resolução nº 110, de 18 de novembro de 2014, do CONSU da UNIFESP.

Art. 2º - Caberá a Pró-Reitoria de Gestão com Pessoas, via seu Departamento de Recursos Humanos (DRH) e/ou divisão de RH dos campi;

I - Informar aos Departamentos Acadêmicos, através de memorando, quais servidores docentes estão aptos a requerer a promoção para classe E - Professor Titular, com o objetivo de orientar a composição das Comissões Especiais de Avaliação (CEA).

II - Efetivar a promoção do servidor, concluído o trabalho da Comissão Especial de Avaliação – CEA, após ciência da Comissão Permanente de Pessoal Docente - CPPD

Art. 3º - Caberá aos chefes de Departamentos ou de estrutura organizacional equivalente e, quando houver, ao chefe da Disciplina, no início do fluxo de trabalho assinar e carimbar dando ciência, o formulário específico de cada um dos servidores que solicitarem a promoção.

Art. 4º - Caberá ao servidor docente requerente:

I - Preencher o formulário específico, (anexo I) desta Orientação Normativa, pelo qual irá requerer a promoção, contendo assinatura e carimbo do Chefe do Departamento ou de estrutura organizacional equivalente e, quando houver, do chefe da Disciplina, na qual está lotado. 

II - Preparar todos os documentos e comprovações conforme solicitadas nos artigos 5º e 6º da Resolução nº 110 do CONSU:

A documentação deverá conter:

a) 1 via impressa: contendo o Memorial (com indicação dos documentos comprobatórios – numerados sequencialmente), o Resumo do histórico acadêmico e o Relatório sucinto de atividades. Os documentos impressos não deverão ser encadernados, pois irão compor o processo de promoção, sendo assim, será necessário entregar apenas com dois furos laterais para inclusão em processo.

b) 5 vias digitalizadas em CDs: contendo em cada um o Memorial, o Resumo do histórico acadêmico, o Relatório sucinto de atividades e, também, a documentação comprobatória.   Os CDs/DVDs, devem ser gravados de forma não violável, ou seja, de forma que seu conteúdo não possa ser posteriormente alterado. Os arquivos devem ser gravados em formato PDF. Os CDs/DVDs devem estar lacrados e identificados com etiqueta contendo o nome e a assinatura do docente, bem como o departamento no qual o requerente esteja lotado (anexo 2).

c) Excepcionalmente a documentação comprobatória poderá ser entregue de forma impressa em papel, em pastas devidamente numeradas (apenas uma cópia). 

III - Realizar apresentação e defesa do memorial conforme item III do artigo 2º da Resolução nº110 do CONSU e Parágrafo único do artigo 6º da Portaria MEC nº 982.

Art. 5º - Caberá à divisão do RH dos Campi:

I - Conferir e receber os documentos previstos no Art. 5° e Art. 6º da Resolução nº110 do CONSU e quantidades citadas no art.3º desta orientação normativa.

II - Incluir no campo específico do formulário de requisição da promoção, a data da última progressão do servidor docente requerente, carimbar e assinar.

III - Solicitar à divisão de Protocolo do campus, abertura de processo junto à CPPD,  para cada servidor requerente, com os documentos impressos entregues pelo servidor docente requerente.

IV - Encaminhar ao respectivo Departamento a divisão do RH dos Campi a listagem de docentes requerentes e os respectivos processos.

Art. 6º - Caberá ainda aos Departamentos:

I - Analisar a possibilidade de integrar departamentos de áreas de conhecimento afins, para proposição das Comissões Especiais de Avaliação.

II - Receber a listagem dos docentes requerentes, prevista no item IV art. 4º, desta orientação e encaminhar pelo menos 8 (oito) nomes para compor a Comissão Especial de Avaliação, sendo que, dos oito indicados, seis deverão ser externos e dois deverão ser da UNIFESP.

III - Encaminhar a lista com nomes de membros sugeridos à comissão de bancas da respectiva Unidade Universitária.

IV - Convidar os membros internos e externos para compor a Comissão Especial de Avaliação, compatibilizar agendas e encaminhar documento dos requerentes aos membros da Comissão Especial de Avaliação.

V - Organizar a realização da apresentação e defesa do memorial, divulgando dia e horário aos solicitantes, sendo responsável pela marcação de local.

VI - Secretariar os trabalhos e dar suporte à Comissão Especial de Avaliação.

VII - Encaminhar, encerrado os trabalhos da Comissão Especial de Avaliação (CEA), todos os processos, contendo o parecer da avaliação para Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD). 

VIII - Devolver aos candidatos quatro vias digitalizadas e documentação comprobatória impressa, quando houver, de documentos que foram entregues para avaliação.

Art. 7º - Caberá à Comissão de Bancas da respectiva unidade universitária, definir a composição final da Comissão Especial de Avaliação, considerando o disposto no parágrafo 2º do artigo 4º da Resolução nº 110 do CONSU, e encaminhar a composição final para homologação da Congregação do respectivo campus, conforme prevê o parágrafo 5º da Resolução nº 110 do CONSU.

Art. 8° - Caberá à Congregação da Unidade Universitária homologar a composição da Comissão Especial de Avaliação (CEA) e enviar a decisão à Comissão de Bancas da respectiva unidade universitária e ao Departamento.

Art. 9º Caberá a CPPD:

I - Receber os processos de promoção após os trabalhos da Comissão Especial de Avaliação (CEA), tomando ciência de todos os casos de promoção funcional na carreira docente, e encaminha-los à Pró-Reitoria de Gestão com Pessoas via DRH,  para efetivação da promoção.

II - Receber recursos em caso de indeferimento da solicitação de promoção e dar encaminhamento ao presidente da Comissão Especial de Avaliação (CEA) para esclarecimentos.

Art. 10º Caberá a Comissão Especial de Avaliação (CEA) emitir parecer de acordo com avaliação realizada, de acordo com os parágrafos primeiro e segundo do artigo nono da Resolução no. 110, de 18 de novembro de 2014,  e encaminhará os processos à CPPD, que dará as providencias necessárias para a efetivação da promoção via Pró-Pessoas DRH.

Carreira no Magistério Superior

CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR

O desenvolvimento na Carrreira de Magistério Superior ocorrerá mediante progressão funcional e promoção, obedecidas as diretrizes da Portaria do MEC Nº 554, de 20 de junho de 2013, que "Estabelece as diretrizes gerais para o processo de avaliação de desempenho para fins de progressão e de promoção dos servidores pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, de que trata o capítulo III da Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012".

ACELERAÇÃO DA PROMOÇÃO 

           A aceleração da promoção na carreia do Magistério Superior será permitida de acordo com a Lei 12.772 de 28 de dezembro de 2012, Capítulo III – Seção I :

          Art. 13. Os docentes aprovados no estágio probatório do respectivo cargo que atenderem os seguintes requisitos de titulação farão jus a processo de aceleração da promoção: (Redação dada pela Lei nº 12.863 de 2013)

          I – para o nível inicial da Classe B, com denominação de Professor Assistente, pela apresentação de titulação de mestre; e (Redação dada pela Lei nº 12.863 de 2013)

          II – para o nível inicial da Classe C, com denominação de Professor Adjunto, pela apresentação de titulação de doutor. (Redação dada pela Lei nº 12.863 de 2013)

          Parágrafo Único. Aos servidores ocupantes de cargos da Carreira de Magistério Superior em 1º de março de 2013 ou na data de publicação desta Lei, se posterior, é permitida a aceleração da promoção de que trata este artigo ainda que se encontrem em estágio probatório no cargo.

          O assunto “Aceleração da Promoção” é de competência do Departamento de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas - DDGP da ProPessoas.

          As informações sobre esse assunto estão disponíveis no link abaixo:

http://www.unifesp.br/reitoria/propessoas/slides/373-acelera-promo-docente

 

Pró-Reitorias

Campi

Unidades Acadêmicas

Links de Interesse