A consolidação de uma cronologia da Unifesp
é um instrumento importante para a pesquisa sobre a história
da instituição. História não se confunde com cronologia, mas
dela se utiliza para a definição de balizas e periodizações,
bem como para a avaliação da importância dos eventos que marcam
o processo histórico.
A cronologia que ora apresentamos será atualizada
constantemente, na medida em que a pesquisa em fontes primárias
e bibliografia for avançando, no âmbito do projeto “Unifesp
75 anos: patrimônio cultural e perspectivas”.
Sugestões e comentários serão bem vindos. Envie
mensagem para o e-mail 75anos@unifesp.br
.
1933
Criação da 11° escola de medicina do Brasil,
a Escola Paulista de Medicina (1 de junho. A sociedade civil
foi constituída por escritura pública em 26 de junho).
Criação da cátedra de Cirurgia Plástica
na EPM.
Posse da primeira diretoria do Centro
Acadêmico Pereira Barreto (1 de agosto).
1934
Início das negociações para aquisição
de um imóvel, inicialmente cotado em 400 contos de réis
(1 de março).
Solicitação de cancelamento da dívida
hipotecária da EPM junto à Caixa Econômica Federal (30 de
julho).
Envio, ao Ministério da Educação, dos
"elementos necessários para julgamento do pedido de
reconhecimento da EPM" (28 de dezembro).
1935
Financiamento autorizado pela CEF para
a aquisição de uma chácara (chamada Schiffini e situada
à rua Botucatu, nº 90) no valor de 450 contos de réis, com
a intenção de construir um hospital.
Acordo com o Hospital Humberto 1º, incentivado
por Francisco Matarazzo, para o exercício de prática hospitalar
pelos alunos da EPM. O acordo se estendeu por mais dois
anos.
A EPM começa a receber, por ordem de Antonio
Luiz de Souza Melo (então presidente do Departamento Nacional
do Café), amostras de café para serem vendidas e transformadas
em recursos para manutenção da Escola.
Decreto nº 403 (novembro) concede a inspeção
preliminar ao curso oferecido pela EPM.
Reconhecimento oficial da EPM.
1936
Início das clínicas médicas com práticas.
Início da construção do Hospital São Paulo, que viria a
ser o primeiro hospital-escola do Brasil).
Instalação da Cátedra de Anatomia e Fisiologia
Patológica. Dessa cátedra, surgiria o Departamento de Anatomia
Patológica e Oncopatologia.
Início da Cátedra de Clínica Propedêutica
Cirúrgica, que a princípio funcionou no 1º andar do Pavilhão
Maria Tereza de Azevedo.
Início da Cátedra de Clínica Dermatológica
e Sifiligráfica.
1937
Inauguração da sede provisória do Hospital
São Paulo, o “Pavilhão Maria Teresa”, no edifício residencial
reformado da Chácara Schiffini. O nome do pavilhão homenageava
Maria Teresa Nogueira de Azevedo e obteve donativos no total
de 200 contos de réis. Hoje sedia o edifício Octávio de
Carvalho e órgãos ligados à Reitoria.
Em campanha de arrecadação de fundos para
a construção do hospital, a Congregação agradece a atuação
da municipalidade de Santo André e de algumas indústrias
que vinham atuando na venda de amostras de café e algodão
em benefício da EPM.
Walter Büngeler assume a Cátedra de Anatomia
e Fisiologia Patológica. Büngeler fora contratado em Dantzig
(então Alemanha) e permaneceria no Brasil até 1942, em meio
à 2ª Guerra Mundial.
Instalação da Cátedra de Urologia (18
de março). Durante os primeiros anos o ensino prático era
feito em ambulatórios situados à Rua da Glória.
Inauguração do ambulatório de Oftalmologia
(Rua da Glória, 15 de maio). O ambulatório foi transferido
para a Rua da Liberdade (em 1942).
Contratação de Cássio Villaça para ministrar
aulas de radiodiagnóstico (5 de fevereiro). Villaça doou
o primeiro aparelho de Raio-X à EPM, criando o Serviço de
Radiodiagnóstico.
Instalação das enfermarias de Clínica
Propedêutica Médica no Pavilhão Maria Tereza.
1938
Suspensão do financiamento da CEF, pois
os créditos não estavam regularizados. O financiamento foi
regularizado a partir de 1942 e somava 28 mil contos (2).
Afastamento de Octávio de Carvalho da
direção da EPM. Colação de grau da primeira turma de Medicina.
Recebimento de 300 contos de réis do então
secretário estadual da Fazenda, Gastão Vidigal.
A Congregação debate a federalização da
EPM (28 de janeiro).
Deste ano até 1951, a Cátedra de Clínica
Cirúrgica funcionava no Sanatório Esperança (atual Hospital
Infantil Menino Jesus).
Transferência dos ambulatórios para a
sede provisória do Hospital São Paulo.
Criação da Associação dos Ex-Alunos
1939
Criação do curso e da Escola de Enfermagem,
com religiosas francesas da ordem das Franciscanas Missionárias
de Maria) anexa à EPM e ao Hospital São Paulo. O curso teve
início a 15 de março.
1940
Aprovação dos Estatutos da EPM.
Inauguração dos 4 primeiros andares do
Hospital São Paulo (4 de outubro).
Início do funcionamento da Cátedra de
Clínica Propedêutica Cirúrgica no Hospital São Paulo.
Assinatura de empréstimo hipotecário com
a Caixa Econômica Federal (14 de março).
1942
Transferência do Ambulatório de Oftalmologia
para um prédio situado à Rua da Liberdade e fundação do
Centro de Estudos de Oftalmologia, reunindo profissional
da EPM e de outras instituições.
1943
Empréstimo junto à Caixa Econômica Federal
para ampliação do Hospital São Paulo.
1º Curso de Especialização em Oftalmologia
no Centro de Estudos de Oftalmologia.
1946
Criação do Serviço de Anestesia do Hospital
São Paulo
1947
1º Curso de Formação de Técnicas Ortópticas
no Brasil, oferecido pelo Centro de Estudos de Oftalmologia
1948
José Leal Prado e José Ribeiro do Valle
criaram o primeiro núcleo de pesquisa básica na instituição
(que viriam a ser o Laboratório de Bioquímica e Farmacologia).
Esse laboratório é considerado como o inaugurador da pesquisa
científica na UNIFESP, e funcionava em duas salas da farmácia
do Hospital São Paulo.
1949
O presidente da República, Eurico Gaspar
Dutra, perdoa dívida da EPM com a CEF. Os juros deveriam
ser pagos.
Criação do Laboratório de Patologia Renal.
1950
Bernardo de Oliveira, em reunião da congregação,
sugere federalização para resolver os problemas financeiros
da EPM
1949-1951
Processo de criação do Departamento de
Medicina e da estrutura departamental.
1951
Criação do departamento de Clínica Médica
(origem do Departamento de Medicina).
A Cátedra de Clínica Cirúrgica passa
a funcionar no Hospital São Paulo.
1953
Instalação do Departamento de Cirurgia.
Início da Cirurgia Pediátrica na EPM.
1956
Federalização da EPM (decreto de 21 de
janeiro). Hospital São Paulo mantém seu caráter de instituição
particular. A federalização implicou na exigência de dedicação
integral dos catedráticos. O governo federal adquiriu o
patrimônio e seus compromissos.
Laboratórios de Bioquímica e Farmacologia
instalam-se em prédio próprio (Edifício Leal Prado).
1957
Criação da primeira residência médica
do Brasil.
1961-1964
EPM é incorporada à Universidade Federal
de São Paulo (UFSP), criada a partir da reunião das seguintes
instituições: Escola Paulista de Medicina; Escola de Engenharia
de São Carlos; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
de Araraquara; Faculdade de Farmácia e Odontologia de Araçatuba
e Faculdade de Economia de Santo André. Esta primeira Universidade
Federal de São Paulo deixou de existir em 1964.
1961
Criação do Instituto de Medicina Preventiva
da EPM (IMEPM) (27 de maio).
1962
Criação da graduação em Ortóptica (oficializada
em 1970). O curso funcionava desde 1947, sendo então oferecido
pelo Centro de Estudos de Oftalmologia Prof. Moacyr E. Álvaro,
e foi transferido nesta data para a EPM por recomendação
do Centro Brasileiro de Oftalmologia.
Início dos transplantes renais no Hospital
São Paulo.
1963
Conclusão do Edifício das Ciências Biomédicas.
1964
Aposentadoria compulsória de Marcos Lindenberg.
1965
Convite de Orlando Villas-Boas para avaliar
a saúde das populações indígenas no Parque Indígena do Xingu.
Roberto Baruzzi liderou o grupo da EPM que atendeu ao convite.
A EPM adota a organização em departamentos.
Criação do Departamento de Biofísica e Fisiologia; do Departamento
de Bioquímica e Farmacologia e do Departamento de Morfologia
(25 de setembro).
Lei federal determina a aposentadoria
compulsória dos catedráticos com 65 anos ou mais, ficando
vagas as cátedras de Terapêutica, Clínica, Tisiologia e
Doenças Infecciosas e Parasitárias.
1966
Criação do primeiro curso Biomédico do
Brasil (Ciências Biológicas - Modalidade Médica). A criação
desse curso foi liderada por Leal Prado, com a intenção
de suprir a carência de docentes e pesquisadores especializados
em ciências básicas ligadas à Medicina.
Instalação do Departamento de Patologia,
com as disciplinas de Patologia Geral e Anatomia Patológica
Especial.
Criação da disciplina de Nefrologia.
Criação da área de Genética como núcleo
da disciplina de Histologia.
Inicio do programa de saúde da EPM no
Parque Indígena do Xingu.
1967
Criação da Biblioteca Regional de Medicina
(BIREME).
1968
Criação do curso de Fonoaudiologia.
Transferência de Silvio Carvalhal para
a UNICAMP.
Assinatura do primeiro convênio FUNAI/EPM
para atuação no Parque Indígena do Xingu.
1969
Convênio com a Secretaria de Estado da
Saúde para que o IMPEP operasse um Centro de Saúde.
1970
Departamento de Pediatria cria Programa
de Integração Docente Assistencial do Embu.
Início do funcionamento do curso de pós-graduação
em Biologia Molecular e em Nefrologia.
Jarbas Passarinho, então ministro da Educação,
propõe transformar a EPM em Universidade de Ciências Biológicas
e da Saúde - proposta não acatada pela presidência da República.
O canadense Carl Peter von Dietrich inicia
uma nova linha de pesquisa e pós-graduação no Departamento
de Bioquímica e Farmacologia, na área de Biologia Molecular,
a convite de Leal Prado. Foi o primeiro curso de pós-graduação
a obter credenciamento no Conselho Federal de Educação (CFE).
1971
Início do funcionamento dos cursos de
pós-graduação em Nefrologia, Anatomia Humana, Histologia,
Microbiologia e Imunologia, Farmacologia e Endocrinologia.
Reconhecimento da disciplina de Nutrição
no curso médico.
1972
Início do funcionamento do mestrado em
Anatomia.
Instalação do ambulatório de Genética.
1973
Início do funcionamento do curso de pós-graduação
em Cardiologia, em Gastroenterologia Cirúrgica, em Pneumologia
e em Endocrinologia.
1974
Início das atividades no campo da Medicina
do Trabalho, por meio de convênio com a FUNDACENTRO (ambulatório
para atendimento de portadores de doenças profissionais
e realização de cursos de especialização em Medicina do
Trabalho, interrompidos em 1977-1978).
1975
Desmembramento do Departamento de Biofísica
e Fisiologia em dois departamentos independentes.
Início do funcionamento da pós-graduação
(mestrado e doutorado) em Cardiologia.
1976
Criação do Instituto de Apoio à Criança
e ao Adolescente com Doenças Renais (ICRIM).
O laboratório de patologia renal [ver
1949] inicia um setor de endocrinologia urológica.
Início do funcionamento da pós-graduação
em Hematologia e Hemoterapia.
1977
Criação do Instituto Nacional de Farmacologia
(INFAR) pela Congregação da EPM (6 de maio).
A EPM foi a primeira instituição brasileira
a introduzir o ensino de Biologia Molecular no curso médico.
1978
Criação do Curso de Tecnologia Oftálmica.
O Ministério da Educação sugere a incorporação
da EPM à Universidade Federal de São Carlos - proposta rejeitada
pela Congregação.
Desmembramento do Departamento de Bioquímica
e Farmacologia em duas partes independentes.
Criação da pós-graduação em Neurologia.
1980
Início do funcionamento do doutorado em
Anatomia.
Criação da pós-graduação em Neurocirurgia.
1982
Reestruturação do Departamento de Patologia,
ficando constituído pelas disciplinas de Anatomia Patológica
e Oncologia. Patologia Médica e Patologia Clínica.
1983
Instalação da pós-graduação em doenças
infecto-contagiosas e parasitárias.
Criação do Instituto Paulista de Nefrologia
e Hipertensão (IPEPENHI).
Criação do curso de pós-graduação em Rematologia.
1985
Instituto Paulista de Estudos e Pesquisa
em Nefrologia e Hipertensão transforma-se na Fundação Oswaldo
Ramos, que mantém o Hospital do Rim e Hipertensão.
Radiologia torna-se departamento separado
do de Medicina.
Fundação do Ambulatório de Geriatria,
no âmbito da Disciplina de Propedêutica.
1986
José Goldemberg, então ministro da Educação,
sugere que a EPM se torne Universidade da Saúde.
Criação do Programa de Orientação e Atendimento
a Dependentes (PROAD) no Departamento de Psiquiatria e Psicologia
Médica.
1987
O setor de endocrinologia urológica [ver
1976] torna-se Laboratório de Reprodução Humana.
1988
Início das atividades de pós-graduação
no Departamento de Medicina Preventiva.
1989
Criação da Disciplina de Biologia Celular.
1990
Acervo da biblioteca da Enfermagem é incorporado
à biblioteca da EPM.
Criação do Departamento de Dermatologia.
Organização de cursos regulares para a
formação de Agentes Indígenas de Saúde (AIS), indicados
pelas respectivas comunidades que vivem no Parque Indígena
do Xingu.
1991
Início do Grupo de Apoio à Criança e ao
Adolescente com Câncer (GRAAC), ligado à área de Oncologia
do Departamento de Pediatria.
O Departamento de Oftalmologia passa a
contar com um banco de olhos.
1992
Criação do Ambulatório do Índio.
Murilo Hingel, então ministro da Educação,
visita a EPM e mostra-se interessado em transformar a EPM
em universidade.
1994
Criação da Universidade Federal de São
Paulo, pela Lei nº 8.957. Com a transformação da EPM em
UNIFESP, são criadas também quatro pró-reitorias: de Graduação,
de Pós-Graduação e Pesquisa, de Extensão e de Administração.
A UNIFESP inicia a administração do Hospital
Municipal Vereador José Stopolli, em Vila Maria.
Início da construção do prédio do GRAAC,
a partir de parcerias com empresas privadas de grande porte.
Início do funcionamento da Associação
Brasileira de Epilepsia (no âmbito do Departamento de Neurologia/Neurocirurgia).
1995
" Aprovação do novo currículo do
curso de Enfermagem (novembro).
" Início do funcionamento do Projeto
Quixote (Departamento de Psiquiatria), voltado ao atendimento
de crianças em situação de rua.
1996
Aprovação do novo conteúdo programático
do Curso de Ortóptica e Tecnologia Oftálmica (maio).
Aprovação da criação de dois prêmios anuais
para IC: Leal Prado (para Medicina Experimental) e Walter
Leser (para Ciências da Saúde) (novembro).
1997
Inauguração das novas instalações da PROGRAD,
na rua Cel. Lisboa (5 de junho).
Aprovação do aumento no número de vagas
do curso de Tecnologia Oftálmica de 13 para 30 (fevereiro).
Aprovação dos regulamentos dos cinco cursos
até então existentes na UNIFESP (outubro).
1998
O Conselho de Graduação ratificou decisão
da antiga Câmara Curricular (de abril de 1994) que proibiu
a realização do trote e do banho do 6º ano (18 de fevereiro).
O CONSU aprovou resolução normatizando as relações com os
alunos (14 de outubro).
As Resoluções 12 e 13 (março) procuram
regulamentar a organização dos órgãos complementares da
UNIFESP.
1999
Os hospitais de Pirajussara (Embu), Diadema
e Cotia passam a ser "socorridos" pela UNIFESP.
As vagas do curso de Tecnologia Oftálmica
diminuem de 30 para 20 no vestibular deste ano (abril).
2001
Formatura da primeira turma de AEI (Auxiliares
de Enfermagem Indígena) no Parque Indígena do Xingu.
2002
Maternidade de Salto passa a ser "socorrida"
pela UNIFESP.
2005
Instituição da Fundação de Apoio à Universidade
Federal de São Paulo (FAP/UNIFESP), cujos estatutos haviam
sido aprovados pelo Conselho Universitário no ano anterior.
2006
Início do funcionamento dos cursos de
graduação em Educação Física, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia
e Terapia Ocupacional (no campus Baixada Santista) na UNIFESP.
2007
Início do funcionamento dos cursos de
graduação em História, Ciências Sociais, Pedagogia e Filosofia
(no campus Guarulhos), Farmácia/Bioquímica, Ciências Biológicas,
Química e Engenharia Química (no campus Diadema) e Ciências
da Computação (no campus São José dos Campos) na UNIFESP.
BIBLIOGRAFIA E FONTES
A Universidade da saúde. São Paulo: UNIFESP,
2003.
BARUZZI, Roberto G. e JUNQUEIRA, Carmen
(orgs.). Parque Indígena do Xingu: saúde, cultura e história.
São Paulo: UNIFESP/Terra Virgem, 2003.
BORGES, Durval Rosa. "Departamento
de Medicina, os primeiros 50 anos". Folha Médica, abr./maio/jun.
2001, n° 2, vol. 120, p. 68-113.
BORGES, Durval. Relatório do Pró-Reitor
de Graduação da UNIFESP (jul.1995-jul.1999). São Paulo,
UNIFESP, 1999.
CARVALHO, Octávio de. "História da
Escola Paulista de Medicina". JBM, 14(2): 169-180,
fev.1943.
ESCOLA Paulista de Medicina: 60 anos de
história. São Paulo: EPM/Banco Real, 1993.
LEME, Maria Alice Vanzolini da Silva.
O retorno social do investimento público e privado na academia:
um estudo de caso. São Paulo: Fesbe, 2004.
Livro I de Atas da Congregação da EPM.
Livro I de Atas da Congregação da EPM.
Livro I de Atas do Conselho Deliberativo
da EPM.
Livro II de Atas da Congregação.
VALLE, José Ribeiro do. A Escola Paulista
de Medicina: dados comemorativos de seu 40º aniversário
(1933-1973) e anotações recentes. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1977.