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Atividades de extensão

A  -  CORPORALIDADE E SAÚDE

Coordenador: Prof. Dr. José Roberto da Silva Brêtas (Psicólogo, Enfermeiro Pediatra, Professor Adjunto da  UNIFESP).

Linha Programática:

Denominação: Atenção Integral ao adolescente e ao Jovem.

Definição: Desenvolvimento de processos assistenciais, metodologias de intervenção coletiva e processos de educação para saúde; vigilância epidemiológica e ambiental tendo como alvo escolares, adolescentes e jovens (entre 7 a 24 anos de idade).

Áreas de Ação do Projeto: Desenvolvimento humano; Sexualidade; Saúde mental; Saúde sexual e reprodutiva; Saúde do Escolar adolescente; Violência e maus - tratos.

HISTÓRICO

Este Projeto de Extensão Universitária Corporalidade e Saúde é um conjunto de atividades, sistematizado e operacionalizado pelo Professor Doutor José Roberto da Silva Brêtas, que inicialmente envolveu a parceria do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com a Secretaria de Assistência Social - SAS, Regional Vila Mariana / Jabaquara da Prefeitura Municipal de São Paulo, no período entre 1999 e 2001. Além de contar com convênio junto ao Ministério da Saúde/ Coordenação Nacional de DST/ AIDS, para distribuição de preservativos durante as atividades desenvolvidas com adolescentes e jovens.

O projeto tem como principal finalidade, articular ações nos campos do ensino, assistência e pesquisa.

Sendo a comunidade o contexto estrutural de nossa praxis, o conjunto de ações foram direcionadas aos Centros de Juventude e Centros de Formação Profissional, com  uma população de adolescentes e jovens entre 12 e 18 anos de idade que freqüentam estas instituições.

Segundo documento do I Encontro de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras de 1987,  a extensão universitária é o processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre a universidade e a sociedade. Estabelece a troca de saberes sistematizados/ acadêmico e popular, terá como conseqüência: a produção de conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional; e a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da universidade. Além de instrumentalizadora deste processo dialético de teoria/ prática, a extensão é um trabalho Interdisciplinar que favorece a visão integrada do social. A instrumentalização da extensão, implica na adoção de medidas e procedimentos necessários às questões de relevância social.

A extensão como prática acadêmica visa interligar a universidade em suas atividades de ensino e pesquisa com as demandas da sociedade, buscando respeitar o compromisso social da universidade. A relação entre extensão e pesquisa ocorre sobretudo pelo papel que esta passa a desempenhar enquanto criadora e recriadora de conhecimentos, enquanto seja capaz de contribuir para a transformação da sociedade.

O Projeto de Extensão “Corporalidade e saúde”, visa fornecer conhecimentos sobre o  corpo, a sexualidade e suas vicissitudes, como: esquema e imagem corporal, desenvolvimento  humano, comportamento sexual e saúde sexual, para adolescentes e funcionários das instituições, além do desenvolvimento de pesquisas sobre estratégias e tecnologia de ensino na área da sexualidade humana.

Nossas áreas de ação vão de encontro com a maior parte das áreas prioritárias preconizadas pelas diretrizes do Programa de Saúde do Adolescente - PROSAD, que são: crescimento e desenvolvimento, sexualidade, saúde mental, saúde reprodutiva e sexual, saúde do escolar adolescente, violência e maus tratos.   

Atualmente, o projeto também se propõe desenvolver atividades de Oficinas em Orientação Sexual para escolas de ensino fundamental e médio da rede pública e privada.

O termo Orientação Sexual , deriva do conceito pedagógico de Orientação Educacional, definindo-se como o processo de intervenção sistemática na área da sexualidade, realizado principalmente em escolas.

A população envolvida no projeto apresenta características de desenvolvimento físico e emocional muito significantes, que vão marcar a passagem do indivíduo da fase de criança para o adulto. O crescimento é intenso em altura, peso e musculatura, e o desenvolvimento das características sexuais primárias e secundárias podem ser acompanhados de estados emocionais relevantes, dando ao crescimento físico significados altamente pessoais.

Neste contexto pode-se dizer que a adolescência é um período de transição entre a infância e a idade adulta, caracterizado por intenso crescimento e desenvolvimento que se manifesta por marcantes transformações anatômicas, fisiológicas, psicológicas e sociais.  Em um contexto mais psicológico, é a etapa na qual o indivíduo busca a identidade adulta, apoiando-se nas primeiras relações afetivas, já interiorizadas, que teve com seus familiares e verificando a realidade que a sua sociedade lhe oferece .

A adolescência é uma crise vital como são tantas outras ao longo da evolução do ser humano (o desmame, o início da socialização ao término da primeira infância, o climatério, etc.); tem um sentido não patológico, é um momento evolutivo assinalado por um processo normativo, de organização ou estruturação do indivíduo.

As modificações biológicas que caracterizam este processo, propicia a experiência de uma série de eventos psicológicos que culminam naquilo que denominamos de aquisição da identidade sexual, ou seja, das características mentais do sexo que lhe corresponde.

Nesta fase as mudanças corporais e a sexualidade são, sobretudo, elementos estruturadores da identidade do adolescente. Essa função estruturante é, em grande parte, realizada através da representação mental que o adolescente tem de seu corpo, ou seja, através de sua imagem corporal.

A sexualidade é algo que se constrói e aprende, sendo parte integrante do desenvolvimento da personalidade, capaz de interferir no processo de aprendizagem, na saúde mental e física do indivíduo.

Há também uma transformação na convivência social. O adolescente começa a se relacionar com turmas, inicialmente só de meninos ou meninas, e a exercitar sua possibilidade de relacionamento com os outros. Como em todas as outras situações da vida do adolescente, enfrentar esta situação nova desperta medos e receios, ao mesmo tempo que ocasiona o desejo de conhecer, de buscar o novo, e de conseguir se relacionar com os demais. O medo e o desejo causados pelas mudanças impostas ou obtidas são uma constante na vida de um adolescente.

PARADIGMAS

Pode-se dizer que a adolescência é um momento de (re)descoberta, por que acreditamos que a sexualidade é construída ao longo da vida, da história pessoal de cada indivíduo, desde sua infância, na teia de relações interpessoais que se estabelecem entre o indivíduo e o ambiente no qual vive, sendo permeado por ideologias e visões de mundo diferenciadas. Neste sentido Foucault,  refere que a sexualidade se constrói não apenas no biológico, mas principalmente no imaginário: a sexualidade se coloca não apenas no palpável, mas sim no discurso que sustenta o palpável, na ideologia subjacente aos padrões de “normalidade” impostas na convivência social.

A partir deste contexto, que engloba uma problemática entre sexualidade, adolescência e sociedade, é que propomo-nos a elaborar um projeto denominado “Corporalidade e Saúde”, atuando no campo da promoção da saúde, com ênfase no corpo e sexualidade, visando catalisar discussões e reflexões críticas sobre esse universo.

Adotamos como conceitos fundamentais para nortear nossas ações, as seguintes premissas: 1) a oficina de orientação sexual é uma experiência de crescimento pessoal e aprendizagem; 2) o meio social e cultural molda a forma pela qual os indivíduos aprendem e expressam sua sexualidade; 3) a sexualidade é fundamental para a vida do ser humano, que a expressam de várias maneiras; 4) os cuidados com o próprio corpo requerem informações adequadas e atitudes preventivas específicas.

O projeto se apoia nas ementas da Declaração  dos Direitos Sexuais, concebidas durante o XV Congresso Mundial de Sexologia, ocorrido em Hong Kong, no período de agosto de 1999, pela assembléia geral da World Association for Sexology - WAS, onde levou-se em consideração os seguintes pressupostos: sexualidade é uma parte integral da personalidade de todo ser humano; o desenvolvimento total depende da satisfação de necessidades humanas básicas tais quais desejo de contato, intimidade, expressão emocional, prazer, carinho e amor; sexualidade é construída através da interação entre o indivíduo e as estruturas sociais; o total desenvolvimento da sexualidade é essencial para o bem estar individual, interpessoal e social; os direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade inerente, dignidade e igualdade para todos os seres humanos; saúde sexual é um direito fundamental , então saúde sexual deve ser um direito humano básico. Representados pelas seguintes ementas: 1. O direito à liberdade sexual  -  a liberdade sexual diz respeito à possibilidade dos indivíduos em expressar seu potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida; 2. O direito à autonomia sexual. Integridade sexual e à segurança do corpo sexual  -  envolve a habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida sexual num contexto de ética pessoa e social. Também inclui o controle e o prazer de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo; 3. O direito à privacidade sexual  -  o direito às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não interfiram nos direitos sexuais dos outros; 4. O direito à igualdade sexual  -  liberdade de todas as formas de discriminação, independentemente do sexo, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais ou físicas; 5. O direito ao prazer sexual  -  prazer sexual incluindo auto-erotismo, é uma fonte de bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual; 6. O direito à expressão sexual  -  a expressão sexual é mais que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de expressar a sexualidade através da comunicação, toques, expressão emocional e amor; 7. O direito a livre associação sexual  -  significa a possibilidade de casamento ou não, ao divórcio, e ao estabelecimento de outros tipos de associações sexuais responsáveis; 8. O direito às escolhas reprodutivas livres e responsáveis  -  é o direito em decidir ter ou não ter filhos, o número e o tempo entre cada um, e o direito total aos métodos de regulação da fertilidade; 9. O direito à informação baseada no conhecimento científico  -  a informação sexual deve ser gerada através de um processo científico e ético e disseminado em formas apropriadas e a todos os níveis sociais; 10. O direito à educação sexual compreensiva  - é um processo que dura a vida toda, desde o nascimento, pela vida afora e deveria envolver todas as instituições sociais; 11. O direito à saúde sexual  -  o cuidado com a saúde sexual deveria estar disponível para a prevenção e tratamento de todos os problemas sexuais, preocupações e desordens.

Também nos apoiamos em Reich, que concebe a repressão sexual como fator responsável pela fabricação de indivíduos que poderão adaptar-se à sociedade autoritária e que a ela se submeterão apesar de todo o sofrimento e humilhação de que serão vítimas. Entende que a repressão sexual produz indivíduos aterrorizados pela autoridade, e que o recalcamento sexual, que é resultado da interiorização sexual, enfraquece o Eu por que o indivíduo, tendo que constantemente de investir energia para impedir a expressão consciente dos seus desejos sexuais, priva-se assim de uma parte das suas potencialidades. No livro “Psicologia de massas”, Reich revela que a função social da repressão sexual serve para radicar no caráter a submissão à autoridade e o medo da liberdade. O  que reproduz de geração em geração as condições que permitem submeter as massas.

OBJETIVOS

Ensino

Proporcionar ao aluno do curso de graduação em Enfermagem da UNIFESP/EPM, aprendizagem e vivências no campo da Educação em Saúde com adolescentes, especificamente na área da corporalidade e saúde;

Promover a elaboração e confecção de tecnologias de ensino destinadas à orientação de e adolescentes na temática abordada pelo projeto;

Extensão

Desenvolver atividades educativas junto a escolares, adolescentes e jovens que freqüentam equipamentos sociais, escolas da rede pública e privada;

Pesquisa

Desenvolver pesquisas junto aos serviços que possam reverter em novas práticas de ensino, assistência e gerar conhecimento.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO PROJETO

I - Eventos

Atividades artísticas e culturais sobre a temática do projeto junto a adolescentes e jovens;

Grupo de estudos sobre adolescência, corporalidade e orientação sexual.

II - Cursos

Curso de Sexologia Educacional para Multiplicadores.

III - Produção e Publicação

Produção de conhecimento através de pesquisas e divulgação através de congressos, palestras, publicação em livros e periódicos indexados.

IV - Prestação de Serviços  

Proporcionar estágio a graduandos e pós-graduandos;

Atuação junto ao Projeto de Integração Docente - Assistencial  UNIFESP/ Embu, através de Oficinas de Orientação Sexual em equipamentos sociais, escolas de ensino fundamental e médio do município da Estância Turística de Embu.

OFICINAS DE ORIENTAÇÃO SEXUAL  

I - EMENTA  

A orientação sexual tem origem no conceito pedagógico de orientação educacional, definindo-se como o processo de intervenção sistemática na área da sexualidade, realizado principalmente em escolas.  Abrange o desenvolvimento sexual compreendido como: saúde sexual e reprodutiva, relações interpessoais, afetividade, imagem corporal, auto-estima e relações de gênero. Enfoca as dimensões fisiológicas, sociológicas e psicológicas da sexualidade através do desenvolvimento das áreas cognitiva, afetiva e comportamental, incluindo as habilidades para a comunicação eficaz e a tomada responsável das decisões.  Estaremos desenvolvendo esta prática através de um conjunto de atividades que denominamos Oficinas de Orientação Sexual. Estas atividades baseiam-se em conceitos fundamentais como: a) a Oficina de Orientação Sexual é uma experiência de crescimento pessoal e aprendizagem (tanto para o orientador como para o orientando); b) o meio social e cultural molda a forma pela qual os indivíduos aprendem e expressam sua sexualidade; c) a sexualidade é fundamental para a vida do ser humano, que a expressam de várias maneiras; d) os cuidados com o próprio corpo requerem informações adequadas, atitudes preventivas adequadas, atitudes preventivas específicas e acesso a serviços de saúde de boa qualidade.

II - OBJETIVOS

Aprender a conhecer o próprio corpo e a cuidar dele;

Compreender que a sexualidade faz parte  do desenvolvimento humano;

Identificar e refletir sobre os valores socioculturais;

Relacionar o comportamento sexual ao respeito e responsabilidade;

Reconhecer e respeitar  as diferentes formas de atração sexual;

Relacionar as diferentes manifestações da sexualidade a cidadania;

Refletir e identificar sobre os tabus e preconceitos relacionados à sexualidade;

Evitar comportamentos discriminatórios e intolerantes;

Viver a sexualidade de forma congruente com os próprios valores.

Discriminar entre comportamentos sexuais enriquecedores e prejudiciais a si e aos outros;

Prevenir-se de abusos sexuais;

Evitar contrair e transmitir as DST;

III - TEMÁTICA DAS OFICINAS

Puberdade e mudanças (Imagem corporal; mudanças físicas e as conseqüências sociais deste fenômeno);

Manifestações da sexualidade no ambiente social (identificar e refletir sobre a sexualidade em nosso meio ambiente);

Aparelho reprodutor masculino e feminino (abordagem morfofuncional do aparelho reprodutor; higiene; manifestações sexuais humanas; menstruação);

Discutindo os papeis: homem e mulher (relações de gênero,  opção sexual, preconceitos);

Fecundação, gestação e parto;

Namoro e as relações interpessoais (ficar, 1ª relação, prazer, masturbação);

Gravidez na adolescência: prevenção e responsabilidade (métodos anticoncepcionais, auto-estima, aborto);

Doenças Sexualmente Transmissíveis/ AIDS e as formas de prevenção

Violência de gênero.

 

IV - Sujeitos e Campo   

Os sujeitos da  nossa praxis  constituir-se-ão de escolares (5ª e 8ª série do ensino fundamental) e adolescentes (ensino médio) de algumas escolas do município da Estância Turística do Embu.

B - OFICINAS DE VIVÊNCIA CORPORAL

Coordenador: Prof. Dr. José Roberto Brêtas  

POPULAÇÃO

Esta atividade está direcionada a alunas(os) do curso de graduação em Enfermagem da UNIFESP.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

Esta atividade vivencial, que chamamos de “Oficina de vivência corporal”, tem como proposta: promover a consciência corporal, a apreensão de fundamentos sobre corporalidade e fomentar  reflexão sobre si e o corpo do “outro” que é sujeito dos cuidados de enfermagem.

Entendemos que o corpo é um processo e produto final de experiências agradáveis e desagradáveis, que cristalizam o psíquico, protege-o como uma armadura tônica específica e dá-lhe alicerce ao seu Eu. É um instrumento de realização e criação, centro difusor de satisfação e de dor, base da organização perceptiva e cognitiva; o corpo emancipa-se como ponto de referência espacial e existencial, e transforma-se em um substrato da personalidade.

O corpo está envolvido nas emoções que produz. As emoções são um primeiro sistema de comunicação, traduzem rupturas e ligações com o meio humano e físico. Sensibilidades, sensorialidades, motricidade e sensualidade  se misturam constantemente. As emoções com seus cortejos psico-físicos e corporais são, constituem, uma linguagem corporal privilegiada; primitiva talvez, mas sempre presente em cada um de nós.

Portanto, trabalhar com a consciência da percepção do corpo de quem cuida do outro, é ampliar o conhecimento sobre o seu conjunto de expressões, sobre aquilo que é revelado aos pacientes pela aluna de enfermagem.

Por tratar-se da formação de um profissional que cuida do corpo do  outro, que tem como princípio o cuidado integral ao indivíduo, sem esquartejá-lo em segmentos de carne como ocorre no modelo médico - assistencial, em um processo de super - especialização; foi proposto um movimento antagônico ao pensamento cartesiano  por que o corpo é o receptor e o emissor de tudo, onde mente e corpo são uno. A consciência que temos de ser  é criada a partir das condições trazidas pela inserção da mente numa corporalidade. Assim, a finalidade desta atividade se resume em um processo de autoconhecimento e de fornecer subsídios para que o  aluno de enfermagem cuide melhor de si e do corpo do outro.

Esta vivência propiciada aos alunos,  oferece a cada um a possibilidade de descobrir  dentro de si mesmo, na sua própria experiência corporal, a verdadeira consciência das sensações. Para tanto, a metodologia utilizada é prática e  vivencial, constituída por técnicas corporais adotadas com  caráter pedagógico.  

As técnicas que estão sendo utilizadas neste processo são:  Eutonia e o Treinamento Autógeno, que proporcionam vivências nos campos da percepção do espaço interno; da tridimensionalidade do corpo, seu volume, a consciência dos ossos, articulações, músculos, tônus e superfície da pele; do movimento e espaço habitado; além de relações interpessoais.

 

 

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