Quarta, 08 Setembro 2021 10:20

Alunas de Enfermagem da Unifesp criam jogo que ilustra Síndrome de Klinefelter

Em formato de tabuleiro, jogo ajuda na identificação de sintomas da doença

Jogo que ilustra Síndrome de Klinefelter

Com o objetivo de informar jovens do ensino médio, entre 14 a 18 anos, sobre a Síndrome de Klinefelter, alunas do 3.º ano de graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (EPE/Unifesp) - Campus São Paulo elaboraram um jogo de tabuleiro, intitulado Xerlock: quem tem Klinefelter?
 
O jogo, que foi criado pelas estudantes Isabela Orrú, Isadora Cristina Yoneiama, Julia Del Bello, Karolina Lima e Karolyne Rocha, sob a coordenação das docentes Gianna Carvalheira, do Departamento de Morfologia e Genética, e Andréa Malinverni, do Departamento de Patologia, ambas da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) - Campus São Paulo, contém informações em uma linguagem lúdica e divertida, de modo que os jogadores possam descobrir qual dos três personagens (Paulo, André ou Mateus) apresenta a Síndrome de Klinefelter. Assim, os jogadores têm a oportunidade de aprender, por meio dos personagens, aspectos da doença, reconhecendo em si ou em pessoas do seu círculo social sinais da síndrome. Ao longo do jogo, cada participante ajuda o detetive Mendelino a desvendar esse mistério com a distribuição de algumas pistas.
 
A Síndrome de Klinefelter (SK) é uma doença genética, cuja principal causa é a presença de um cromossomo sexual adicional (47,XXY). Ela afeta indivíduos do sexo masculino, com uma incidência de 1:660 nascidos vivos, e é considerada a causa mais frequente de hipogonadismo e infertilidade. É uma patologia diagnosticada tardiamente na fase adulta, sendo em sua maioria subdiagnosticada.
 
O jogo está disponível em sites e redes sociais, nos seguintes endereços:

Lido 321 vezes Última modificação em Segunda, 20 Setembro 2021 09:48

Mídia