Inseminação intrauterina e fertilização in vitro
Tanto na inseminação intrauterina como na fertilização in vitro, é utilizado o procedimento de estimulação controlada dos ovários. A inseminação utiliza menos medicação do que a fertilização in vitro e, além disso, a inseminação é realizada após a ovulação (após 36 horas da aplicação de hCG) e, na fertilização in vitro, é a punção só pode ser realizada antes da ovulação. Outras diferenças estão na tabela abaixo.
Após 36 hora da aplicação do hCG, é feita
a colocação dos espermatozóides (preparados) dentro
do útero, por meio de um cateter flexível. Isto feito, espera-se
que todas as outras etapas da reprodução (ovulação,
captura dos óvulos pelas tubas, fertilização, transporte
do embrião para dentro do útero e implantação
no endométrio). Assim, a inseminação depende
muito da integridade funcional do genital feminino para ter sucesso.
Antes de 36 hora da aplicação do hCG é feita uma
cirurgia para captura dos óvulos, por via vaginal. Esses são
levados ao laboratório e inseminados in vitro com os espermatozóides
previamente preparados, com ou sem a utilização de injeção
dos espermatozóides nos óvulos (ICSI). Após 3 a 5
dias, os eobriões são colocados dentro do útero por
meio de um cateter flexível.
- sem cirurgia
- exige pelo menos uma tuba íntegra
- exige pelo menos 5 milhões de espermatozóides
móveis
- exige morfologia estrita > 4%
- custos menores
- com cirurgia
- indicada se as tubas não funcionam
bem
- ICSI se menos de 5 milhões de espermatozóides
móveis
- ICSI se morfologia estrita <= a 4%
- custos maiores