

O procedimento se inicia com a estimulação controlada dos ovários, como na fertilização in vitro, mas a quantidade de medicação utilizada é menor, no sentido de minimizar o risco de gravidez múltipla.

Quando pelo menos um folículo atinge diâmetro médio igual ou maior que 17 mm, é administrado o hCG para induzir a maturação final do oócito e a ovulação. Esta última ocorre aproximadamente 36 horas após o uso do hCG.

Verificada a ovulação, os espermatozóides preparados são colocados, por meio de um cateter, dentro do útero.
A partir dai, o processo segue um rumo semelhante ao da reprodução natural: espera-se que as tubas captem o(s) oócito(s), que estes sejam fertilizados pelos espermatozóides e que se produzam embriões que implantem no útero.
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