Inseminação intrauterina
A inseminação intrauterina é um procedimento relativamente simples, capaz de produzir taxas de gravidez de até o dobro das obtidas na reprodução natural. Os melhores resultados são obtidos quando são colocados no útero pelo menos cinco milhões de espermatozóides móveis com morfologia estrita maior que 4%. Além disso, para que se possa realizar a inseminação, é necessário que pelo menos uma das tubas (trompas) seja íntegra. Nessas condições, o procedimento pode ser utilizado quando os espermatozóides não conseguem atravessar o muco cervical , quando existe infertilidade sem causa aparente,e quando a quantidade e motilidade de espermatozóides são baixas mas próximas do normal.

O procedimento se inicia com a estimulação controlada dos ovários, como na fertilização in vitro, mas a quantidade de medicação utilizada é menor, no sentido de minimizar o risco de gravidez múltipla.

 

Quando pelo menos um folículo atinge diâmetro médio igual ou maior que 17 mm, é administrado o hCG para induzir a maturação final do oócito e a ovulação. Esta última ocorre aproximadamente 36 horas após o uso do hCG.

 

Verificada a ovulação, os espermatozóides preparados são colocados, por meio de um cateter, dentro do útero.

 

 

 

A partir dai, o processo segue um rumo semelhante ao da reprodução natural: espera-se que as tubas captem o(s) oócito(s), que estes sejam fertilizados pelos espermatozóides e que se produzam embriões que implantem no útero.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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