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Uma fratura em consolidação, nas fases iniciais, exibe uma atividade celular pronunciada, com abundantes figuras de mitose. Nesse estágio, o material osteóide e condróide pode não mostrar o arranjo funcional óbvio dos processos reparativos e o aspecto histológico pode ser preocupante quando estudado fora do contexto clínico-radiológico. Devido a esse aspecto, o diagnóstico de sarcoma pode ser equivocadamente emitido pelo anatomopatologista. Posteriormente, a maturação desse tecido soluciona a dúvida. Esse aspecto é o que chamamos de calo exuberante e somente a correlação entre a clínica, a radiologia e a anatomopatologia pode resolver.
Da mesma forma, o calo ósseo que resulta da fratura de fadiga (fratura de "stress" ou fratura do marchador), que freqüentemente afeta os metatarsos e a tíbia de crianças. Muitas vezes não é possível, nas fases iniciais, visibilizar o traço de fratura e o diagnóstico fica ainda mais difícil. Da mesma forma que no calo exuberante, somente a correlação entre a clínica, a radiologia e a anatomia patológica será capaz de orientar o correto tratamento dessa lesão.
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