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As universidades desde que instituidas foram implantadas para, entre outros motivos, serem espaços de progresso intelectual e científico. No entanto, quando pensamos em progresso político, a academia se mantem ainda muito conservadora e um tanto quanto anti-democrática. Exemplo disso é a eleição de reitores e de diretores: para escolhermos o reitor da nossa universidade, nós estudantes mais os técnicos administrativos possuimos no máximo 30% dos votos; mas quando elegemos o Presidente da República, o nosso voto é igual ao do docente, que é igual ao do funcionário e que é igual ao de toda a população. As intituições privadas de ensino superior também não estão distantes desse regime político grotesco, que é na prática muitas vezes pior nas particulares que nas públicas. Isso porque nas Universidades, Faculdades e Centros Universitarios particulares o estudante não tem direito à respresetnação alguma. Não têm direito a participar de comissões e órgãos colegiados* da intituição - isto quando eles existem. Ficando muitas vezes à mercê das decisões da diretoria e reitoria (que nada mais são que subalternos diretos dos donos da Instituição). Os estudantes quando percebem as dificuldades para se organizarem na luta por aulas de melhor qualidade, docentes de qualidade, materiais (livros, computadores e aparelhos) e infra-estrutura adequadas, logo sentesm-se desmotivados e muitas vezes desistem. No entanto, a situação somente será revertida com a mobilização dos estudantes. ... Participe entre os dias 14, 15 e 16 do II seminario do CEREPES.... Caros Companheiros da Regional SUL - 2, Vamos apresentar algumas informações básicas sobre o nosso II Seminário do CEREPES que esse ano será realizado aqui no Centro Acadêmico Pereira Barretto -CAPB/UNIFESP. Primeiramente temos a programação definida da última Reunião da Regional em Ribeirão Preto no dia 25 de setembro.
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