Comissão de Avaliação de Estágio Probatório

Sílvia Daher - Coordenadora
Dirceu Solé – Vice- Coordenador

Regina Célia Mello Santiago Moisés
Mariangela Cainelli de Oliveira Prado
Marcos Sérgio de Toledo
Newton de Barros Junior
Eiffel Dobashi
Aparecida Emiko Hirataoordenadora:

 

SECRETÁRIA DA COMISSÃO

Daniele Oliveira - Diretoria da EPM
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Ramal 1671

 

APRESENTAÇÃO

O QUE É ESTÁGIO PROBATÓRIO?

O estágio probatório inicia-se desde o instante em que o docente entra no exercício das atribuições inerentes ao cargo, para os fins de aferição da aptidão e capacidade por meio da aplicação dos pontos assinalados no art. 20 da Lei nº 8.112 de 1990.

 

QUANTO TEMPO DURA O ESTÁGIO PROBATÓRIO?

Os docentes estão sujeitos a avaliação durante o Estágio Probatório, em conformidade com o Regime Jurídico Único (RJU) por um período de 36 meses a partir da nomeação para o cargo de provimento efetivo, durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo.

 

O QUE É O CAEP?

De acordo com o Art. 23 da Lei nº 12.772/2012, a avaliação especial de desempenho do servidor em estágio probatório, ocupante de cargo pertencente ao Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal, será realizada por Comissão de Avaliação de Desempenho designada pelas Unidades Universitárias no âmbito de cada IFE.

 

COMO É FEITA A AVALIAÇÃO?

R.J.U. - Seção IV

Da posse e do Exercício:

"Art. 20 - Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguintes fatores:
I.assiduidade;
II.disciplina;
III.capacidade de iniciativa;
IV.produtividade;
V.responsabilidade.


De acordo com a Lei 12.772 de 31 de dezembro de 2012, em seu art. 24, além dos fatores previstos no art. 20 da Lei no 8.112, de 1990, a avaliação especial de desempenho do docente em estágio probatório deverá considerar:
I.adaptação do professor ao trabalho, verificada por meiode avaliação da capacidade e qualidade no desempenho das atribuições do cargo;
II.cumprimento dos deveres e obrigações do servidor público, com estrita observância da ética profissional;
III.análise dos relatórios que documentam as atividades científico-acadêmicas e administrativas programadas no plano de trabalho da unidade de exercício e apresentadas pelo docente, em cada etapa de avaliação;
IV.a assiduidade, a disciplina, o desempenho didático-pedagógico, a capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade;
V.participação no Programa de Recepção de Docentes instituído pela IFE; e
VI.avaliação pelos discentes, conforme normatização própria da IFE.

A avaliação de desempenho do servidor ocupante de cargo do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal em estágio probatório será realizada obedecendo:
I.o conhecimento, por parte do avaliado, do instrumento de avaliação e dos resultados de todos os relatórios emitidos pela Comissão de Avaliação de Desempenho, resguardando-se o direito ao contraditório; e
II.a realização de reuniões de avaliação com a presença de maioria simples dos membros da Comissão de Avaliação de Desempenho.

Comissão de Avaliação das Comissões Especiais para Promoção à Classe E

Presidente – PROFA. DRA. ANA LUISA HOFLING LIMA FARAH

PROF. DR. ALVARO NAGIB ATALLAH

PROF. DR. ÂNGELO AMATO VICENZO DE PAOLA

PROFA. DRA. BRASILIA MARIA CHIARI

PROF. DR. FLAVIO FALLOPA

PROFA. DRA. HELENA BONCIANI NADER

PROF. DR. JOSÉ FRANCO DA SILVEIRA FILHO

PROFA. DRA. LYDIA MASSAKO FERREIRA

PROF. DR. SERGIO CAVALHEIRO

PROF. DR. WALTER JOSÉ GOMES

Comissão de Avaliação da Livre Docência

Presidente – PROF. DR.  JOSÉ FRANCO DA SILVEIRA FILHO

PROF. DR. ADILSON LARANJEIRA  
PROFA. DRA. ANA LUÍSA HOFLING DE LIMA FARAH
PROF. DR. ARNALDO LOPES COLOMBO
PROFA. DRA. BRASILIA MARIA CHIARI
PROF. DR. FLAVIO FALLOPA
PROFA. DRA. HELENA BONCIANI NADER
PROF. DR. LUIS EDUARDO ANDRADE
PROFA. DRA. LYDIA MASSAKO FERREIRA

Comissão de Avaliação de Bancas para Professor Adjunto

Presidente da Comissão

Prof. Dr. ARNALDO LOPES COLOMBO

 

Membros 

Profª. Drª. ANDREA PAROLIN JACKOWSKI

Prof. Dr. ANTONIO DE MIRANDA

Profª. Drª. ROSELI MIEKO YAMAMOTO NOMURA

Prof. Dr. DENISE DE FREITAS

Prof. Dr. FERNANDO BALDY DOS REIS

Profª. Drª. GIANNA MASTROIANNI KIRSZTAJN

Prof. Dr. IVARNE LUIS DOS SANTOS TERSARIOL

Prof. Dr. JOSÉ CARLOS BAPTISTA

Profª. Drª. MARAIR GRACIO FERREIRA SARTORI

Profª. Drª. MARIA TERESA RIGGIO DE LIMA LANDMAN

Profª. Drª. MARISE LAZARETTI CASTRO

Prof. Dr. MIGUEL SABINO NETO

Prof. Dr. RAMIRO COLLEONI NETO

Profª. Drª. RUTH GUINSBURG

Profª. Drª. JANETE MARIA CERUTTI

Profª. Drª. TÂNIA APARECIDA TARDELLI GOMES DO AMARAL

Profª. Drª. VANIA D'ALMEIDA

 

Orientações para o encaminhamento de proposta de banca examinadora à Comissão de Bancas de Professor Adjunto da Escola Paulista de Medicina / UNIFESP – EPM

Esta Comissão tem por objetivo garantir que as bancas sejam integradas por profissionais com mérito acadêmico e, ao mesmo tempo, isentas de qualquer potencial conflito de interesse, colaborando para garantir a credibilidade e a justeza nos resultados dos concursos para Professores Adjuntos desta instituição. Para isto, solicitamos que sigam as orientações abaixo.

1-    Assim que aprovada pelo Conselho de Departamento, a proposta de composição de banca examinadora  contendo ao menos 10 nomes (5 professores da UNIFESP e 5 colaboradores externos) deve ser encaminhada à Comissão de Bancas, sempre acompanhada da planilha preenchida com as informações acadêmicas dos membros sugeridos como avaliadores, bem como dos respectivos candidatos inscritos no concurso (ver Anexo1).

A análise pela Comissão de Bancas sobre o mérito acadêmico dos membros sugeridos pelo Departamento inicia-se apenas quando a lista de avaliadores sugerida pelo Departamento for encaminhada com todas as informações requeridas no Anexo 1. Tabelas de indicadores acadêmicos preenchidos de forma incompleta serão devolvidas ao Departamento.

2-    As informações detalhadas na planilha identificada como Anexo 1 e o conteúdo do Currículo Lattes dos envolvidos serão analisados pela Comissão de Bancas, que julgará o mérito acadêmico dos nomes sugeridos como avaliadores, bem como realizará uma busca de potenciais conflitos de interesse entre os membros da banca e os candidatos ao concurso.

*A definição de conflitos de interesse segundo as normas aprovadas pela Congregação da EPM está disponível no Anexo 2.

3-    O Departamento deve encaminhar suas propostas de composição de bancas até o PRIMEIRO DIA ÚTIL DE CADA MÊS para que a Comissão possa emitir seu parecer até o dia 30 do mesmo mês. Havendo inconformidades, a banca será devolvida ao Departamento e o processo reinicia-se dentro dos mesmos prazos.

4-    Estabeleceu-se em 60 (sessenta) dias o prazo mínimo exigido entre o envio da banca a esta Comissão e a data provável do concurso, tendo em vista que, após sua aprovação pela Comissão de Bancas, ela ainda precisará ser ratificada em reunião da Congregação da EPM.

 *Bancas enviadas após o primeiro dia útil do mês em curso serão avaliadas apenas no mês subsequente, demandando prazo mínimo de 90 dias decorridos entre a data de envio e a data proposta para o concurso.

5-   Fica estabelecido ainda que os profissionais aprovados para compor a banca examinadora deverão assinar um documento (Anexo 3) declarando a completa ausência de conflitos de interesse com qualquer um dos candidatos. 

6-   Para fazer parte como membro da banca, são requeridos no mínimo 3 (três) anos de contratação na instituição de origem (Não serão aceitos membros em período de probatório). 

7-   O material deverá ser encaminhado via SEI (Sistema Eletrônico de Informação), o processo deverá ser inciado com o tipo: ALTERAÇÃO/INDICAÇÃO DE MEMBRO DE BANCA, devem constar no processo a planilha em formato xls ou xlsx.

 

 

 

Comissão de Professor Afiliado

Critérios Operacionais para Concessão do Título de Professor Afiliado – Escola Paulista de Medicina (Regimento Interno)

 

1 – O título de Professor Afiliado

O título de Professor Afiliado será concedido ao profissional que atender aos seguintes requisitos:

I. Possuir o título de doutor;

II. Comprovada experiência em ensino, pesquisa e/ou assistência especializada.

 

2 – Indicação pelo Conselho do Departamento da EPM

A proposta de concessão do título deverá ser formulada pelo Conselho do Departamento no qual o candidato desempenha as atividades, e deverá constar como um dos documentos solicitando a concessão.

 

3 – Modalidades de Concessão

Professor Afiliado da Escola Paulista de Medicina Modalidade Ensino/Pesquisa, cuja ênfase do título é na qualidade da produção científica, na caracterização de linha de pesquisa, na capacidade de formação de recursos humanos e de gerar financiamento.

Professor Afiliado da Escola Paulista de Medicina Modalidade Ensino/Assistencial cuja ênfase do título é nas atividades de ensino, onde exista atividade assistencial, quer seja na área da graduação, residência médica ou pós-graduação.

 

4 – Os documentos necessários:

A proposta de concessão do título deverá ser acompanhada:

a) Carta da Disciplina Justificando a Indicação;

b) Carta do Conselho do Departamento indicando o candidato e a modalidade do Título – Ensino/Pesquisa ou Ensino/Assistencial - Original (documento a ser entregue na forma de papel);

c) Curriculum Vitae resumido (Contendo email e número do Celular do Candidato de no máximo 3 páginas);

d) Currículo Lattes – atualizado.

e) Título de Doutorado ;

f)  Resumo das Atividades de Pesquisa ou Assistenciais dos últimos 3 anos – (2 páginas), onde o candidato descreve os principais aspectos do seu trabalho acadêmico, quer seja em pesquisa, ensino ou assistência;

g) Plano de Trabalho para os próximos 3 anos (2 páginas), onde o candidato descreve de uma forma estruturada as principais atividades, utilizando um cronograma resumido do que pretender fazer no período. Para elaborar o plano de trabalho, o candidato deve observar a ênfase descrita no item 3 – Modalidades de Concessão.

h) Para a modalidade Ensino/Assistencial, preenchimento do formulário “Descritivo de Atividades Assistenciais”, clicando neste linkUma cópia das respostas será enviada para o e-mail fornecido. O formulário dever ser impresso, assinado pelo candidato e com a ciência da chefia imediata (Disciplina ou Departamento) e anexado ao processo físico a ser enviado à Comissão de Professor Afiliado da EPM-UNIFESP

i) Termo da adesão de serviços voluntários, original, somente para quem não tem vínculo empregatício com a UNIFESP/HSP.

 

5 – Candidatos de outras instituições

No caso de profissionais de outras instituições, incluindo-se as estrangeiras, será considerado seu curriculum vitae, nível de intercâmbio e sua contribuição à formação de recursos humanos para a EPM/Unifesp.

 

6 – Comissão de Avaliação

De acordo com a Portaria nº 004, de 08 de maio de 2017, a Comissão de Professor Afiliado da EPM é composta pelos membros conforme abaixo:

Prof. Dr. Paulo Schor - Presidente

Profa.Dra. Ana Luisa Godoy Fernandes

Profa.Dra. Cassia de Toledo Bergamaschi

Prof.Dr. Fernando Baldy dos Reis

Prof.Dr. Luiz Roberto Ramos

Prof.Dr. Marcelo Nascimento Burattini

Profa.Dra. Maria Aparecida Juliano

Prof.Dr. Miguel Sabino Neto

Profa.Dra. Regina Celia Mello Santiago Moisés

Profa.Dra. Roseli Giudici

Prof.Dr. Sergio Aron Ajzen

 

7 – Congregação

O relatório da Comissão será encaminhado à Congregação, em reunião ordinária, para deliberação e votação em sufrágio secreto. A aprovação da proposta de concessão do título de professor afiliado dependerá de voto favorável de dois terços dos membros do Colegiado presentes à sessão.

 

8 – Renovação após três anos

O título de Professor Afiliado terá caráter provisório e poderá ser concedido por novo período ao término de três anos, mediante nova avaliação e aprovação.

 

Pró-Reitorias

Unidades universitárias

Campi

Links de interesse