Terça, 13 Dezembro 2016 15:50

CAAF/Unifesp recebe Prêmio de Direito à Memória e à Verdade

Centro trabalha na identificação das ossadas encontradas na vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em Perus

MençãoHonrosaCAAF
Foto: Eduardo Ogata

O Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Unifesp recebeu menção honrosa durante o Prêmio de Direito à Memória e à Verdade Alceri Maria Gomes da Silva. 

Criado em 2014, o centro surgiu com o objetivo de identificar as mais de mil ossadas encontradas na vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em Perus, por meio do trabalho de uma equipe multidisciplinar, o Grupo de Trabalho Perus (GTP).

A premiação ocorreu na segunda-feira (12/12), no Auditório do Ibirapuera, e contou com a presença da reitora Soraya Smaili, do representante da Unifesp no comitê gestor do GTP, Javier Amadeo, da professora Cláudia Plens e da pesquisadora Rebeca Padrão, ambas do CAAF.

Em sua primeira edição, o prêmio também homenageou do professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Fábio Konder Comparato, e entregou menção honrosa à cineasta Tatá Amaral.

A iniciativa é uma das recomendações da Comissão da Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo, responsável pela deliberação dos vencedores desta edição.

Sobre Alceri Maria Gomes da Silva

O nome de Alceri Maria Gomes da Silva foi escolhido pela comissão para batizar o prêmio de Memória e Verdade. Mulher, negra, operária, Alceri foi militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

*Com informações da Coordenação de Direito à Memória e à Verdade, da Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo

Lido 6253 vezes Última modificação em Sábado, 31 Dezembro 2016 14:25

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